Nesta quarta-feira, 22, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, autorizou a transferência do ministro Luiz Fux para a 2ª Turma.
O próprio Fux havia solicitado a mudança a Fachin, em virtude do desgaste que sofreu no colegiado anterior.
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Depois de votar para absolver o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus da suposta trama golpista, Fux passou a ser alvo de hostilidades dos colegas.
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A previsão de alteração está no artigo 19 do Regimento Interno do STF, segundo o qual “o ministro de uma Turma tem o direito de transferir-se para outra onde haja vaga; havendo mais de um pedido, terá preferência o do mais antigo”.
Ministros do STF opinam sobre requerimento de Luiz Fux

A decisão de Fux virou alvo de comentários nos bastidores da Corte. A coluna apurou a repercussão.
A Oeste, em caráter reservado, um ministro observou que a situação de Fux estava “visivelmente insustentável” na 1ª Turma. “Causou desconforto o tratamento dado a ele no julgamento do núcleo 1”, disse o magistrado.
Agora, Fux fará parte do colegiado composto de André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Com isso, a 1ª Turma receberá o próximo ministro a ser indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Leia também: “Um voto supremo”, reportagem publicada na Edição 287 da Revista Oeste
1ª turma ,…extrema esquerda em ação.
Não dá para trabalhar com uma turma de comunistas que manipulam a lei e a Constituição.
Extrema esquerda ⚒️🌈🌈🤡💩💩💩🌈🌈🌈