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Política

FAB intercepta aeronave carregada com 465 quilos de cocaína

Dois caças e um terceiro avião foram empregados na missão, realizada em conjunto com a Polícia Federal

Aeronave interceptada
Aeronave interceptada | Foto: Reprodução/PF

A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou na madrugada de domingo 20, em Mato Grosso do Sul, uma aeronave que transportava 465 quilos de pasta de cocaína.

Dois caças e um terceiro aparelho da Aeronáutica foram empregados na missão, realizada em conjunto com a Polícia Federal (PF). A droga, avaliada em US$ 350 mil, foi apreendida, e o piloto está preso sob acusação de tráfico.

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A aeronave interceptada veio da linha da fronteira Bolívia–Paraguai, não tinha identificação e estava sem plano de voo.

“O avião já havia sido detectado na região por órgãos governamentais por não possuir plano de voo e cumprir rota conhecida para o tráfico de drogas, estando então sujeito às medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro”, disse a PF.

Segundo a FAB, a aeronave estava sendo monitorada e, “durante todo o processo de interceptação, o piloto cooperou, seguindo as ordens do piloto de Defesa Aérea”.

O avião foi escoltado pelos caças da Força Aérea até Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, onde a Polícia Federal aguardava para realizar as medidas cabíveis.

Para o êxito da missão, a FAB utilizou uma tecnologia que permite detectar outros aviões, distinguindo, a grandes distâncias, entre aeronaves amigas ou inimigas.

De acordo com a Aeronáutica, a ação faz parte da Operação Ostium, que visa a coibir ilícitos no espaço aéreo brasileiro. A FAB e órgãos de segurança pública atuam em conjunto na operação.

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4 comentários
  1. José Carlos Gonçalves da Silva
    José Carlos Gonçalves da Silva

    Parabéns a FAB e a polícia federal.

  2. Daniel
    Daniel

    O número de interceptações de aeronaves do tráfico é baixo. O transporte aéreo de drogas é intenso e poucas aeronaves são flagradas. A fronteira Brasileira é enorme facilitando a fuga desses pequenos aviões. Solução: investir pesado em vigilância eletrônica e usar a Lei do Abate com mais rigor !

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