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Política

Exército afasta militares por fake news sobre dique rompido no RS

Força se desculpou com moradores de cidade por alarme indevido

Exército
De acordo com o Exército, 'tal situação decorreu de um grave erro de procedimento' | Foto: Reprodução/Exército brasileiro

O Exército afastou o grupo que pediu a moradores de Canoas, no Rio Grande do Sul (RS), que evacuassem suas casas, em virtude do suposto rompimento de um dique, no domingo 26.

A Força se desculpou pelo falso alarme. “Militares que atuavam no Bairro Mathias Velho, souberam, sem confirmação, que um dique havia se rompido e imediatamente passaram a comunicar erradamente aos moradores da necessidade de evacuação das áreas consideradas em risco”, informa trecho de uma nota.

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Vista do Mercado Público de Porto Alegre inundado, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul - 4/5/2024 | Renan Mattos/Reuters
Vista do Mercado Público de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, inundado – 4/5/2024 | Renan Mattos/Reuters

De acordo com o Exército, “tal situação decorreu de um grave erro de procedimento”. Por isso, “medidas administrativas foram adotadas para apurar rigorosamente os fatos”.

Por fim, a Força reiterou seu “compromisso com a população afetada pela catástrofe ambiental, em especial com os moradores de Canoas, e manifesta sua solidariedade a todos os moradores que foram erroneamente informados e pede sinceras desculpas pelo ocorrido”.

Dados sobre o Rio Grande do Sul

Conforme os dados mais recentes, o RS contabiliza 169 mortes, por causa das enchentes. Mais de 2,3 milhões foram afetados de alguma maneira e 581 mil estão desalojadas. Ainda permanecem em abrigos temporários 55.813 pessoas.

Leia também: “Comissário Pimenta”, artigo publicado na Edição 218 da Revista Oeste

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8 comentários
  1. FREDERICO ANTONIO BULLUS MELO
    FREDERICO ANTONIO BULLUS MELO

    Desmoralizados dia a dia, absolutamente inuteis

  2. Paulo
    Paulo

    Melancias inúteis. As ffaa devem ser extintas, seus membros entraram num ciclo vicioso de degeneração, não há como recuperar.

  3. Everson Antonio Pini
    Everson Antonio Pini

    Fico me perguntando: se fosse verdade o rompimento e os militares ficassem tentando analisar a informação, na burocracia Estatal que é assustadora, e, como consequência, pessoas morressem, como ficaria a situação deles? Enfim, a agilidade não salvou vidas por causa da notícia ser “fake”, mas, se fosse verdadeira, eles seriam heróis. Obviamente que meu comentário só tem valor caso eles tenham feito a divulgação não sabendo que era “fake”. Que seja apurado.

  4. JOSE GERALDO VIANA
    JOSE GERALDO VIANA

    Fica, às vezes, uma dúvida. Entendo como “fake-news” algo mais ou menos premeditado, uma mentira montada, premeditada. No caso, na versão dos militares, houve negligência, falta de comprovação de uma pretensa catástrofe, caso a tal barragem se rompesse. Numa situação de risco e desespero permanentes que tomou conta de boa parte do Rio Grande do Sul, fica às vezes difícil separar o joio do trigo, no campo da informação, ainda mais trabalhando nesta que parece ser uma zona de guerra urbana. O termo “fake-news” parece estar ganhando contornos às vezes exagerados.

  5. R.F. Nobre
    R.F. Nobre

    Quem está aparelhando nossas forças armadas??????? adotando políticos e menos técnicos.

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