publicidade
Política

Empresa que vendeu vacina indiana para covid é multada em R$ 17 milhões

A companhia foi uma das 7 penalizadas pela Controladoria-Geral da União por fraude na comercialização de 20 milhões de doses da Covaxin

Empresa indiana forneceu vacina contra covid-19 ao governo brasileiro | Foto: Foto: SAULO ANGELO/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A empresa indiana Bharat Biotech, um dos principais alvos da CPI da Covid, foi condenada a pagar uma multa de R$ 17,7 milhões ao governo brasileiro. A companhia foi uma das sete penalizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) nesta quinta-feira, 15.

A condenação da empresa indiana foi publicada no Diário Oficial de quinta-feira, em que foi destacada a fraude na venda de 20 milhões de doses da vacina contra o coronavírus, a Covaxin, em contrato de R$ 1,6 bilhão.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

A Bharat, junto com a Precisa Medicamentos, fechou o contrato em 2021, mas o Ministério da Saúde desfez o acordo antes de concluir os pagamentos. A CPI da Covid identificou falsificação de documentos e pressões políticas na negociação com a empresa indiana.

Um servidor do Ministério da Saúde relatou ter sido pressionado para acelerar o processo. Documentos enviados ao governo federal apresentavam erros grosseiros de edição, o que sugeria falsificação.

Empresa indiana também é punida pela CGU

A CGU condenou a Bharat por fraude à licitação pública e suspendeu a empresa por um ano de contratar com a administração pública no Brasil. A empresa indiana também deve divulgar a punição em seu site.

Segundo a controladoria, a Bharat apresentou “documentos contendo montagens, com tradução indevida” e utilizou “procuração forjada e falsa”. A empresa fraudou o contrato com “faturas com informações de cobrança em desacordo com os termos pactuados; atuando de modo inidôneo”.

Naquele período, a representante local, Precisa Medicamentos, teria falsificado documentos para a compra dos imunizantes da empresa indiana. À época, a Precisa já havia sido multada em R$ 3,8 milhões e declarada inidônea. A decisão agora se estendeu à Bharat Biotech.

“Dessa vez, comprovada a conveniente negligência da Bharat Biotech International Limited (BBIL), na supervisão do mandato concedido à Precisa, sobretudo após a notícia da assinatura de contrato em seu nome, por pessoa jurídica a princípio não autorizada para tanto, como demonstram os documentos contendo montagens, com tradução indevida e, principalmente, a apresentação de procuração forjada e falsa; bem como a apresentação de faturas com informações de cobrança em desacordo com os termos pactuados”, informou a CGU em nota.

2 comentários
  1. Paiva
    Paiva

    E as pessoas “infectadas”, com esse lixo, como ficam? Alô, globolixo, vocês que incentivaram a população a tomar essa vacina experimental vão ficar impunes é claro.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade