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Política

Em nota, Ministério da Justiça classifica Zambelli como 'foragida'

Deputada se entregou à polícia italiana e pode ser extraditada

Lewandowski
Lewandowski afirmou que outras nações poderiam usar o texto como justificativa para intervir na política brasileira | Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O Ministério da Justiça e Segurança Pública divulgou nesta terça-feira, 29, uma nota oficial que confirma a prisão da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) na Itália. No comunicado, a pasta afirma que as autoridades italianas prenderam “uma brasileira que se encontrava foragida no país”, sem citar nomes.

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A ação foi realizada pelas autoridades italianas em Roma, com base em uma operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira, a Interpol e agências de segurança da Itália. A atuação ocorreu por meio da Adidância Policial em Roma, unidade responsável por representar a PF no exterior.

Segundo o comunicado, “a presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário”.

Carla Zambelli saiu do Brasil no fim de maio pela fronteira com a Argentina, onde não há obrigatoriedade de controle pela Polícia Federal | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Carla Zambelli saiu do Brasil no fim de maio pela fronteira com a Argentina, onde não há obrigatoriedade de controle pela Polícia Federal | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia a nota sobre a prisão de Carla Zambelli

Brasília, 29/07/2025 – Autoridades italianas prenderam na tarde desta terça-feira (29/7), em Roma, uma brasileira que se encontrava foragida no país. A medida é resultado de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal, a Interpol e agências da Itália.

A presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário.

Leia também: “Nada me ocorre sobre Alexandre de Moraes”, artigo de Flávio Gordon publicado na Edição 233 da Revista Oeste

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5 comentários
  1. CARLOS GUEDES
    CARLOS GUEDES

    Chamar o Lewandowki de canalha é elogiá-lo. Nunca prestou.

  2. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Tem que lembrar aos italianos o que Lulu fez com o assasino Cesare Batista, , não permitiu a extradição dele ainda deu mesada equivalente a 10 mil reais, a condenação dela é fruto de um processo conduzido por um juíz já sancionado pelos EUA

  3. Marcus Magalhães
    Marcus Magalhães

    Ministério da justiça? Qual de que país não esse bosta inútil

  4. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    Cesare Battisti assassino foi acobertado por da Silva.O crime dela ,qual é?

  5. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Um “ministério da justissa” como esse, comandado por um sujeitinho como o esse, dizendo isso está dando à deputada um título honorífico que perante a História valerá mais que qualquer medalha que já tenha sido dada à janja.

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