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Eleições 2022

O PT foi pior que a pandemia

No fim do governo petista, o Brasil tinha menos emprego, menos crescimento e mais inflação

PT
Cerimônia de posse do ministro Alexandre de Moraes como presidente do TSE - 16/08/2022 | Foto: Antonio Augusto/TSE

Os resultados da economia estão melhores do que no fim do mandato de Dilma Rousseff, o apagar das luzes do PT na Presidência da República. O desastre causado pelo Partido dos Trabalhadores ficou evidente nos indicadores econômicos e estampado com as manifestações que levaram milhões de pessoas às ruas para retirar do poder a presidente indicada por Luiz Inácio Lula da Silva. Em agosto de 2016, o Congresso Nacional concluiu o impeachment e despachou a petista para casa.

Dilma deixou um legado de inflação, recessão econômica e desemprego. Entre as principais causas, uma crise de credibilidade gerada pelo aumento injustificado dos gastos públicos e as chamadas “pedaladas fiscais” — que serviram como argumento para o processo do impeachment.

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O horizonte nos últimos meses do primeiro mandato do presidente Jair Bolsonaro é diferente. O cenário é de deflação, volta dos empregos e crescimento econômico. A pandemia chegou a impulsionar o endividamento público, mas o governo reorganizou recursos e conseguiu acalmar o mercado.

Apesar de ter enfrentado os desdobramentos econômicos de uma pandemia sem precedentes na história, somados aos efeitos da invasão russa à Ucrânia, Bolsonaro termina o primeiro mandato com recorde de empregos, crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima da média mundial e redução da inflação.

Uma economia liberal tem o viés de prosperidade

Para a virada de mesa, uma fórmula conhecida pelas nações que prosperaram: uma gestão liberal na economia. Essa orientação tende a trazer prosperidade, explicou Hugo Garbe, economista-chefe da G11 Finance e professor do curso de economia e finanças da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

“Economia é uma ciência social aplicada de 200 anos”, diz. “Os economistas que têm uma boa formação sabem o que dá certo e errado. Paulo Guedes, atual ministro da Economia, é um excelente economista e formou uma equipe técnica de primeira linha. A filosofia econômica do governo Bolsonaro é ótima. Uma economia liberal tem viés de prosperidade. Ao contrário, o governo Dilma era altamente interventor, o que no médio e longo prazo destrói empregos, porque massacra a vida dos empresários.”

Os números não mentem

De acordo com as mais recentes previsões feitas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), o PIB brasileiro pode crescer 2,8% em 2022. O desempenho previsto está acima da estimativa para a média das economias avançadas (2,4%) e próxima da projeção para o mundo: 3,2%. A população global começa a se recuperar da recessão econômica causada durante o alastramento da covid-19. O Brasil, dessa vez, não está perdendo a oportunidade.

O PIB do Estados Unidos, por exemplo, segundo os cálculos do órgão, deve crescer 1,6%. Isso é quase a metade do desempenho brasileiro. Além disso, pela primeira vez na história, a inflação brasileira é menor que a norte-americana.

Mensurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o aumento do custo de vida no Brasil ficou em 7,1% no mês de setembro, para o acumulado de 12 meses. No mesmo período, a inflação nos EUA chegou a 8,2%.

Confiança é a chave

Economista-chefe da Sarainvest e ph.D. em finanças, Alan Ghani afirma que um dos fatores para os resultados alcançados ao longo do governo Bolsonaro foi a confiança do empresariado na política econômica. “Sem credibilidade, não há investimento nem consumo”, argumenta.

“Houve uma série de reformas microeconômicas no governo Bolsonaro que trouxeram essa confiança”, explicou. “É o tipo de mudança que gera efeitos duradouros para as próximas gerações. Exemplos são a reforma da previdência; a lei de liberdade econômica; os marcos, como o do saneamento e do setor privado. Não é à toa que entraram muitos recursos em bolsa no Brasil. O país é hoje um dos que mais recebem investimentos estrangeiros.”

Gahni disse que alguns gestores de fundos internacionais relatam que o Brasil virou uma espécie de “menina dos olhos” na América Latina, como era no passado o Chile. “São políticas mais liberais que o mercado vê com bons olhos”, disse. “Houve menor interferência estatal. Existem alguns aumentos, como os causados pelos auxílios, mas o mercado vê o conjunto da obra como assertivo.”

Dinheiro mal gasto

No fim do governo petista, problemas internos causaram uma recessão. A explosão dos déficits primários nas contas públicas — quando o governo gasta mais do que arrecada — e o excesso de intervenção estatal geraram falta de previsibilidade e desconfiança.

O governo Dilma segurou preços artificialmente por causa da eleição de 2014. Em novembro daquele ano, logo depois do resultado da disputa realizada em outubro, o déficit primário para o acumulado de 12 meses aparecia pela primeira vez nas contas públicas. Dali para a frente, a má gestão das finanças só piorou.

Para tentar evitar o colapso econômico, a última gestão petista transformou em regra um mecanismo que era exceção: o financiamento de programas governamentais com dinheiro dos bancos estatais. O uso frequente desse recurso ampliou ainda mais o rombo e ficou conhecido como pedaladas fiscais.

“Em 2014 houve uma inversão no superávit primário”, diz Ghani. “A gente saiu do resultado de 1,5% do PIB – que já era ruim — para o déficit de 0,5%. Quando os investidores viram essa inversão, o medo do calote de uma dívida pública começou a ficar muito grande”, explica o economista. “Aliado a isso, existiu uma série de interferências do governo Dilma que também deixaram os empresários com bastante receio. Um exemplo foi a política de preços da Petrobras, que deixou artificial o valor cobrado pelos combustíveis, quase quebrou a estatal e ainda causou desequilíbrio no setor sucroalcooleiro, porque o etanol não conseguiu mais ser competitivo com o preço da gasolina colocado artificialmente tão baixo.”

Em meio ao crescimento da gastança muito acima do aumento da receita, o mercado começou a desconfiar da credibilidade do país para honrar as dívidas. Em vez de um ciclo virtuoso, o Brasil entrou em ciclo viciado: mais juros, menos investimentos em produção, destruição de empregos e a queda contínua da confiança. “Dificilmente apenas um fator causa um desastre econômico, exceto casos muito específicos como uma pandemia, que acaba com a previsibilidade econômica”, comenta Garbe.

“O governo Dilma gastou muito e muito mal”, analisa o economista. “O endividamento público explodiu ao longo desse período, e a receita não aumentou na mesma proporção. Isso gerou as famosas pedaladas fiscais. O orçamento do Estado, apesar de grande, não é infinito.”

Os registros do desastre

Em 2016, a economia do país encolheu 3,3%, confirmando as previsões feitas pelo FMI. Naquele ano, o órgão previa que o mundo cresceria cerca de 3%. Ou seja: a produção nacional afundava, enquanto a do restante dos países prosperava.

Sem guerras entre nações ou pandemias, a inflação de agosto de 2016 estava em 8,97% para o acumulado de 12 meses — quase 2 pontos porcentuais acima do resultado mais recente.

https://public.flourish.studio/visualisation/11601442/

Com a destruição de empregos gerada no Brasil, o país fechou 2016 com menos de 39 milhões de trabalhadores com carteira de trabalho assinada. O desemprego era uma realidade para, pelo menos, 12%.

Mesmo com a pandemia

Durante a pandemia da covid, esses números pioraram. A recessão e a imprevisibilidade fizeram com que os empregos formais caíssem para 36,7 milhões. A taxa de desemprego atingiu praticamente 15% em dois dos momentos mais dramáticos da crise sanitária: o terceiro trimestre de 2020 e entre janeiro e março de 2021.

Esses números também se mostram recuperados. Atualmente, o Brasil tem 42,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada e o índice de desemprego não chega a 9%.

 

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15 comentários
  1. Jose
    Jose

    Olha bem p a cara dessa vaca e pior saber qyecessa nerda analfabeta pistoleira um dia Foi presidente desse país maravilhoso

  2. Marc
    Marc

    O EUA TEM RECORDE DE VENEZUELANOS TENTANDO ENTRAR ILEGALMENTE NO PAIS. SAO TANTOS VENEZUELANOS QUE O GOVERNO AMERICANO ESTA MANDANDO ELES DE VOLTA PARA O MEXICO E VENEZUELA. O IRONICO E QUE FOI ESSE POVO QUE ESCOLHEU O CHAVES E O MADURO ENTAO PORQUE NAO FICAM LA EM SEU PAIS PARA LUTAR CONTRA A TIRANIA DEPOIS DE FEITO M***A VOTANDO EM BANDIDO. ACORDA BRASIL VOCES ESTAO SENDO AVISADOS. EUA ESTA MUITO LONGE.

  3. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Pior que a pandemia? Então pode chamar de ‘petemia’. O plano ‘b’ dessa gente tem sido a lavagem cerebral através do ‘curral radiofônico eleitoral’.

  4. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Caso venha acontecer, a volta dos PTralhas e sua politicas socioeconômicas serias um retrocesso de 20 anos.

  5. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Há um espécie de lula denominada LULA-VAMPIRA-DO-INFERNO

    1. Anísio Silva Horta
      Anísio Silva Horta

      O POVO SEMPRE VAI ESCOLHER BARRABÁS; É DA NATUREZA HUMANA. SOMOS NÓS QUE IREMOS NO DIA 30 APERTAR A TECLA DA URNA. DEUS NOS DEU O LIVRE ARBÍTRIO. SE ESCOLHEMOS O DEMÔNIO, É PORQUE À NOSSO VER ELE É O QUE MAIS COMBINA CONOSCO. DEPOUS NAO VÊM GRITAR: MEU DEUS, ME AJUDA!! MEUS FILHOS ESTÃO PASSANDO FOME. SE AQUELE SATANÁS VOLTAR, AO VER UM ELEITOR DELE RECLAMAR DOS PRECOS, QUERO TER O PRAZER DE DIZER: BEM FEITO !!!!

  6. Olga Regina Hadel
    Olga Regina Hadel

    E se tomar o poder, drenará o país até a última gota.

  7. Louis
    Louis

    Que adjetivo merece alguém que ainda vota no PT, partido mais corrupto da história do país?

  8. SERGIO DE CASSIA LIMA
    SERGIO DE CASSIA LIMA

    Isso nem me surpreende, o que realmente me deixa triste é ver milhões de eleitores ainda apoiando a volta desse câncer mesmo depois de Deus ter feito o milagre da cura em 2018. Que Deus tenha misericórdia dessa nação outra vez.

  9. Hildo Molina
    Hildo Molina

    muito pior, mas para os honestos! para a bandidagem foi a glória e bolsos cheios.

  10. Maria De Fátima Rocha
    Maria De Fátima Rocha

    Nós vamos enterrar definitivamente, o pt, partido das trevas. Vamos erradicar essa doença contagiosa, que assola o Brasil, desde as DIRETAS JÁ.

  11. Bolso Mito
    Bolso Mito

    Ja provamos desse veneno 4 vezes, e nas 4 vezes recebemos de volta o boleto da corrupção e a desemprego da ineficiência.

    Somente sociopatas iriam querer essa quadrilha de volta.

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