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Eleições 2022

Governo quer reforma administrativa após eleição

A PEC 32 está pronta na comissão especial e aguarda data para ser analisada no plenário da Casa

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Líder afirmou que indexação do Orçamento deve render R$ 20 bilhões, em 2021 | Foto: VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL

O governo de Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, trabalha para colocar em votação após a eleição a proposta da reforma administrativa, que tramita desde 2020 no Congresso Nacional. A PEC 32 está pronta na comissão especial e aguarda data para ser analisada no plenário da Casa.

Ouvido por Oeste, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), disse que o tema está em discussão, mas que só será feita uma análise mais concreta da viabilidade após a eleição. O presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), reeleito com o maior número de votos de Alagoas, já afirmou que o assunto será colocado na pauta da Casa nos próximos dias,

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Ainda que a reforma administrativa seja uma das principais bandeiras de Bolsonaro de aceno ao mercado, o tema é tratado com cautela pelos governistas. Alguns deputados temem que trazer esse tema à discussão antes do pleito possa ser alvo de críticas ao presidente, especialmente de setores do funcionalismo público.

Bancadas de oposição já iniciaram os trabalhos em busca de votos para rejeitar a proposta, caso ela seja colocada em votação. A meta, contudo, é adiar a votação.

Construído com a digital do ministro da Economia, Paulo Guedes, o texto tramita há quase dois anos na Casa sem que sequer haja acordo por parte dos parlamentares. Por ser uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), ela precisa ser aprovada por três quintos dos parlamentares, após dois turnos de discussão e de votação, tanto na Câmara quanto no Senado. Só após esse processo, a PEC é promulgada e passa a valer.

Entidades são contra reforma

Diante do aviso de Lira de que o tema será apreciado nos próximos dias, entidades que representam os servidores públicos se manifestaram criticando a decisão. O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) classificou como “antidemocrática” a intenção de Lira de colocar o tema em votação em meio ao processo eleitoral.

“Uma pretensão como essa é antidemocrática, haja vista ainda estar em curso o processo eleitoral, este sim, definidor das prioridades e escolhas do país nos próximos quatro anos. Além disso, trata-se de manobra açodada, uma vez que as atenções da população e dos parlamentares permanecem concentradas nas urnas neste mês de outubro, não havendo tempo adequado para tratamento de tema de tamanha envergadura e impacto social pela atual legislatura”, disse a entidade, por meio de nota.

7 comentários
  1. Marcelo Magalhaes
    Marcelo Magalhaes

    Fiquem tranquilos, Lula não vai fazer isso não… Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Rogerio Rebouças
    Rogerio Rebouças

    É um grande erro levantar este tema antes das eleições, infantilidade do Lyra. Trata-se de erro crasso.

  3. Mario DP
    Mario DP

    Bolsonaro acabou de desmentir essa notícia (2025h) na própria Live; por favor, Oeste, parem de espalhar notícia furada.

  4. jose angelo baracho pires
    jose angelo baracho pires

    Fui “empregado” do BB, entrei como “funcionário” em 75, mas atendendo a banqueiros, FHC nos transformou no que realmente éramos, nos trazendo à realidade, e acabando com o 14º salário. Logo esse crápula que à época “sevou” os banqueiros sendo recompensado certamente.
    No BB ainda hoje a galera é muito esquerda, por incompetência. Reduziu em alguma proporção após o Jair banir a maioria dos sindicatos.
    Esses Barros e Lyras trabalham contra, trazendo à tona este tipo de assunto às vésperas do 2º turno. Funcionários públicos pensam em seus próprios umbigos, e nos aumentos salariais, mordomias e tickets, prometidos e iniciados sempre pelo STF. Essa galera é toda de esquerda portanto, pois os comunistas brasileiros compram com “migalhas” alguns idiotas que se sentem “classe média”, e por trás arregaçam os mais humildes.
    Em 20 dias se oficializa se uma minoria consciente que vota em Jair, consegue adiar a merda que a turma dos Jardins e da barra da Tijuca podem oficializar.

    1. Onedson Carvalho da Silva
      Onedson Carvalho da Silva

      Vergonha! Essepaís não tem futuro porque enquanto existirem 513 deputados e 81 senadores mamando do dinheiro público, infelizmente nada vai para frente. O judiciário prostituiu-se, politizou, está uma vergonha, como pode uma instância do judiciário como o supremo ficar tratando de casinhos, e os ministros ganhando rios de dinheiro? Agora será uma vergonha eleger um eis presidiário! Acorda povo, larga de serem ludibriados, enganados! Somos idiotas e analfabetos mesmos.

  5. Esperança
    Esperança

    Olha. Muitos já viram está notícia no zap. O pessoal Lulista/petista já fez correr. Vai ter debandada de funcionários públicos. Já são do Lula, agora entao. Lira parece estar contra o Bolsonaro. Eu já recebi pelo zap, de funcionários públicos aí mudando de lado.

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