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Eleições 2022

Campanha de Bolsonaro quer apagar publicações falsas de 35 perfis

Em ação no TSE, os nomes do deputado federal André Janones e da jornalista Patrícia Lélis são citados

Bolsonaro ferida
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, protocolou nesta terça-feira, 18, uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra 35 perfis que o associam à pedofilia. A informação foi divulgada pelo assessor-chefe da assessoria especial de Bolsonaro, João Henrique de Freitas.

Entre os perfis, estão os deputados federais André Janones (Avante-MG), Marcelo Freixo (PSB-RJ) e Tabata Amaral (PSB-SP); o candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT); a mulher do ex-presidente Lula (PT), a Janja; os deputados federais eleitos Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (Psol); influenciadores digitais, como Felipe Neto; a jornalista Patrícia Lélis; a chefe de cozinha Paola Carosella; e o veículo jornalístico Mídia Ninja, entre outros.

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A campanha do presidente solicita que os conteúdos sejam apagados em até 24 horas e que os perfis não façam novas publicações com teor parecido. Conforme diz a defesa de Bolsonaro, foram usados trechos “gravemente distorcidos e descontextualizados de uma fala do presidente, e as publicações configuram graves veiculações de informações falsas”, para manipular o eleitorado.

“As postagens se descolam completamente da realidade”, argumentou a campanha de Bolsonaro. “Assim, usaram recortes e encadeamentos inexistentes de falas gravemente descontextualizadas do representante, com o intuito de transmitir a falsa e absurda ideia de que ele seria ‘pedófilo’ e estaria desrespeitando a legislação pátria e os costumes do povo brasileiro.”

A defesa do presidente lembrou que conteúdos parecidos, publicados pela coligação de Lula e pela presidente nacional do partido, Gleisi Hoffmann, foram apagados por determinação do ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE.

No domingo 16, o presidente da Corte Eleitoral determinou a remoção de vídeos postados por perfis da campanha de Lula nas redes sociais que reproduziram a fala do presidente sobre meninas venezuelanas.

“O contexto evidencia a divulgação de fato inverídico e descontextualizado”, sustentou Moraes. “Não pode ser tolerada pelo TSE, notadamente por se tratar de notícia falsa, divulgada no segundo turno da eleição presidencial. A divulgação tem aparente finalidade de vincular a figura de Bolsonaro ao cometimento de crime sexual.”

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6 comentários
  1. Michele Francine De Oliveira
    Michele Francine De Oliveira

    Ué, cadê a defesa intransigente da liberdade de expressão? Liberdade de opinião… Vcs mesmo disseram que o PT tenta censurar vcs, e o que o Bolsonaro está fazendo não é censura? É censura seletiva? Kkkkk

    1. Danniel Santos De Sousa
      Danniel Santos De Sousa

      Ele não está mandando derrubar as contas, pedindo desmonetização de canal no Youtube, quebra de sigilo ou coisas assim. Só requereu que as postagem, sabidamente falsas, não continuem em circulação. Quer dizer que é liberdade de opinião forjar fatos para benefício próprio? Isso é Estelionato! É crime! Quando há um ato ilícito causador de dano, deve-se interromper o ato. Isso é óbvio. Estão mentindo e prejudicando um lado. E não é com algo que gere dúvida quanto à veracidade, não. Trata-se de manipulação de imagem com intuito claro de denegrir a imagem do candidato.

  2. Bacuri de Manga
    Bacuri de Manga

    Eu acredito que essas notícias que só os jumentos acreditam acabam por ajudar o eleitor a perceber que tudo o que eles publicam é mentira. tirar do ar é o que eles fazem, a gente aponta o ridículo da situação e chama de burro quem acredita. Já acordamos muita gente assim.

  3. Washington Oliveira
    Washington Oliveira

    E o carluxo, o rei do fake, CD a gazela do Palácio! Vai apagar a desinformação!

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