O ministro Edson Fachin foi eleito presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). A eleição, ocorrida nesta quarta-feira, 13, definiu Alexandre de Moraes como o próximo vice-presidente da Corte.
A eleição seguiu a tradição de entregar a presidência ao magistrado com mais tempo de tribunal e que ainda não tivesse ocupado o cargo.
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Eleito por seus pares, Fachin vai conduzir os trabalhos do STF pelo decorrer dos próximos dois anos. Ele assumirá a presidência, hoje ocupada por Luís Roberto Barroso, em cerimônia programada para 29 de setembro.
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“A eleição tem um efeito simbólico”, disse Fachin, já na condição de presidente eleito do Supremo. ‘É como uma corrida de revezamento: o bastão agora chegou aqui e recebo com o sentido de missão e com a consciência de um dever a cumprir.”
Quem é Edson Fachin

Luiz Edson Fachin, de 67 anos, é natural de Rondinha, município do interior gaúcho com população estimada em 5 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
Na carreira acadêmica, o agora presidente eleito do STF conta com graduação em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), instituição pela qual se tornou professor titular de Direito Civil. Sobre o tema, conta com mestrado e doutorado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Além disso, tem curso de pós-doutorado no Canadá.
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Fachin foi indicado ao STF em junho de 2015, pela então presidente Dilma Rousseff. A indicação, que teve aval da maioria dos senadores, ocorreu cinco anos depois de ele fazer campanha publicamente em favor da petista.
Em meio à corrida eleitoral de 2010, Fachin, na condição de professor da UFPR, leu um “manifesto de juristas” em apoio à representante do PT. De acordo com ele, o grupo apoiava Dilma em prol de “um país capaz de [promover] desenvolvimento econômico”.
Colunista de Oeste, o jornalista e economista Rodrigo Constantino resgatou a cena em que Fachin fez campanha para a candidata do PT. A lembrança ganhou as redes sociais em 8 de março de 2021, dia em que o agora presidente eleito do STF anulou todas as condenações do então ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lavo. Dessa forma, o petista recuperou os direitos políticos e retornou à Presidência da República.
Leia também: “O poeta Fachin”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 125 da Revista Oeste
E mais: “A última mentira de Fachin”, por J. R. Guzzo









































Tanto faz. São todos um só. Esse tem no seu curriculum a grande contribuição à ciência jurídica mundial, soltando o lula, baseado não na culpa ou inocência, mas em uma questão de CEP. Coisa de pós doutorado em direito. Mereceria um Nobel.
Esse é o grande responsável pela atual situação do pais. Espero que sobre algo também para ele.
Poder judiciário vergonha nacional. Colocou um corrupto na disputa de uma presidência com contagem de votos através de urna eletrônica sem voto impresso. Isso sim foi golpe!
O Brasil não prospera , não pacifica enquanto atual composição do stf e governo atual estiverem no poder.
De um cesto só de laranjas podres, não se pode esperar retirar uma boa!
O cara que soltou o corrupto Lula porque como o Gilmar e o Moraes dizem uma interpretação de CEP 😡