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Política

Dólar dispara, e Bolsa derrete com anúncio de Gleisi Hoffmann como nova ministra das Relações Institucionais

Nomeação da presidente do Partido dos Trabalhadores desagradou o mercado, que a considera excessivamente radical para articular com Congresso

O presidente Lula, Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann | Crédito: Ricardo Stuckert/Presidência da República
O presidente Lula, Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann | Crédito: Ricardo Stuckert/Presidência da República

O dólar está registrando forte alta nesta sexta-feira, 28, e a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) está despencando após a divulgação da notícia de que a presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, será a próxima ministra das Relações Institucionais.

O presidente Lula e Gleisi Hoffmann
O presidente Lula e Gleisi Hoffmann

Por volta das 13h, quando o Palácio do Planalto divulgou a nota sobre a nomeação de Hoffmann, o Ibovespa começou a cair de forma repentina, chegando a 122 mil pontos. As 15h30, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo caía 1,70%. No mesmo horário, o dólar subiu quase 1%, chegando a R$ 5,90.

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Hoffmann substituirá Alexandre Padilha, que por sua vez foi nomeado ministro da Saúde, substituindo Nísia Trindade.

Mercado preocupado com nomeação de Gleisi Hoffmann

O mercado esperava o nome do sucessor de Padilha, responsável da articulação política do governo com o Congresso, considerada um dos pontos críticos da atual gestão. Todavia, a escolha de Hoffmann, considerada demasiadamente radical, gerou forte preocupação.

Nesta semana, rumores sobre uma possível saída do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, provocaram também um profundo mal-estar no mercado.

Haddad e o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, protagonizaram duros confrontos dentro do governo por divergir em relação à condução da política econômica.

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3 comentários
  1. Christian
    Christian

    Minha tia chamaria esta figura de Bashi Bouzouk que signigica :

    Um bashi-bazouk ( em turco otomano : باشی بوزوق başıbozuk , AFI: [baʃɯboˈzuk] , lit. ‘ aquele cuja cabeça está virada, cabeça danificada, cabeça louca ‘ , aproximadamente “sem líder” ou “desordenado”) era um soldado irregular do exército otomano , criado em tempos de guerra. Os bashi-bazouks tinham a reputação de serem indisciplinados e brutais, notórios por saquear e atacar civis como resultado da falta de regulamentação e da expectativa de que se sustentariam com a terra

  2. JOSE ROBERTO CARRARA
    JOSE ROBERTO CARRARA

    pergunta: o que essa imbecil pode interferir no mercado, mais do que o poste do Hadad? esse pais é uma piada de mau gosto

  3. Reinaldo Martinazzo
    Reinaldo Martinazzo

    Pronto!
    Abriram o alçapão do fundo do poço…

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