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Política

Dirigentes de oito partidos de oposição a Bolsonaro defendem urna eletrônica

Oposicionistas rechaçam 'ameaça à democracia' e dizem ter 'total confiança' no sistema de votação atual

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A voz das redes queixa-se de falta de propostas e candidatos à altura da cidade de São Paulo | Foto: Jonne Roriz/Estadão Conteúdo

Em nota divulgada neste sábado, 10, dirigentes de oito partidos que fazem oposição ao governo do presidente Jair Bolsonaro defenderam o sistema de votação 100% eletrônico adotado no Brasil e afirmaram que a democracia do país será preservada.

Bolsonaro tem criticado o atual sistema de votação no Brasil e defendido o voto “impresso” nas eleições de 2022. Ontem, como Oeste noticiou, a tensão política atingiu um novo patamar, com manifestações dos presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Barroso e Pacheco também defendem o voto eletrônico.

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Leia mais: “Arthur Lira: urna é a ‘grande e única juíza de qualquer disputa política’”

“Temos total confiança no sistema eleitoral brasileiro, que é moderno, célere, seguro e auditável. São as eleições que garantem a cada cidadão brasileiro o direito de escolher livremente seus representantes e gestores. Sempre vamos defender de forma intransigente esse direito, materializado no voto. Quem se colocar contra esse direito de livre escolha do cidadão terá a nossa mais firme oposição”, diz a nota dos partidos oposicionistas.

Leia também: “TSE rebate Bolsonaro: ‘A acusação leviana de fraude no processo eleitoral é ofensiva a todos’”

“A democracia é uma das mais importantes conquistas do povo brasileiro, uma conquista inegociável. Nenhuma forma de ameaça à democracia pode ou deve ser tolerada. E não será”, afirmam os dirigentes partidários.

Leia mais: “‘Eleição vai haver. Eu garanto’, diz Barroso após críticas de Bolsonaro”

Assinam o texto os presidentes do DEM, ACM Neto; do PSDB, Bruno Araújo; do MDB, Baleia Rossi; do PV, José Luiz Penna; do PSL, Luciano Bivar; do Solidariedade, Paulinho da Força; do Novo, Eduardo Ribeiro; e do Cidadania, Roberto Freire.

Leia também: “Bolsonaro volta a criticar Barroso e defende voto ‘impresso’ em 2022”

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19 comentários
  1. liberlive
    liberlive

    os caras gozam de confiança zero e querem usar este peso moral pra apoiar algo que em sim mesmo é uma fraude e por isso sem confiança… 0+0=0 … eis os estatólatras e sua religião civil.. agora devemos ter confiança total….. ah váh!

  2. Antônio Soares De Mendonça
    Antônio Soares De Mendonça

    Como alguém aqui já disse, não é voto impresso. É voto auditável. Temos o direito de saber se os eleitores do RS, RJ e SP são tão burros a ponto de elegerem a corja que elegem desde sempre: montanha, Maria do bostário, pépa e essa latrina chamada piçol. O Boca de Veludo que me perdoe… É um v chato e inconfiável.

    1. Dercio Conceicao
      Dercio Conceicao

      mais que chato e inconfiável, esse Sr. Borroso é desonesto – estaria agindo por chantagem do Sr. Daniel?

  3. PCC
    PCC

    O nível de confiança das urnas eletrônicas é o mesmo que temos dos políticos, zero.

    1. Dercio Conceicao
      Dercio Conceicao

      recomendo procurar no YouTube pelos videos dos especialistas em voto eletronico Diogo Aranha e Amilcar Brunazzo – é assustador ver que somente agora, com a ousadia de um valente como JB denunciando ser possível a fraude, essa estrovenga (nosso sistema de votação e apuração dos votos) esteja sendo questionada – ah, dizem tantos burros ou desonestos, até hoje jamais alguém conseguiu cometer uma única fraude – então tá – o problema é que o TSE não permite auditar o processo para se ver onde estão os “buracos” nos sistemas informatizados.

  4. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Não li o artigo, vindo direto aos comentários, que estão muito bons e conscientes.

  5. Mantovani

    Os eleitores têm que prestar muita atenção em quem é contra o voto auditável, para nas futuras eleições, mandá-los todos para a ponte que caiu. Cambada de safados, isto é que são.

  6. Flavio Luis Vera
    Flavio Luis Vera

    Dia 18/7 seremos milhares no D.F em frente ao Congresso e STF. Pelo Voto Auditável e NÃO a vacinação obrigatória e milhões por todo o Brasil.

    1. Hipocrisia é Desvio de Caráter
      Hipocrisia é Desvio de Caráter

      Temos que botar um milhão na Praça dos Três Poderes, entendeu?

  7. Eduardo Celso Poiano
    Eduardo Celso Poiano

    Urna eletrônica sem comprovante de voto só existe no BBB: Brasil, Bangladesh e Butão. É isso que esses picaretas estão defendendo.

  8. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Não é um questão de confiança e sim de transparência. Esse camaradas mal intencionados ou acovardados não podem decidir o destino do país.

  9. Silvestre Carlos Antunes Siqueira
    Silvestre Carlos Antunes Siqueira

    Fábio Matos, presta atenção e nos poupe! Nós e o Bolsonaro “não defendemos o voto impresso” o que defendemos é a urna eletrônica auditável, deu para entender.

    1. Dercio Conceicao
      Dercio Conceicao

      só lembrando que na reeleicao da DilmAnta o PSDB contratou uma equipe de alto nivel para auditar o sistema de votacão e o sistema de apuração dos votos – o resultado final dessa auditoria todo mundo conhece, menos Borroso e os caciques dos partidos politicos que se juntaeam para melar o comprovante impresso do voto: O PROCESSO É INAUDITÁVEL – o proprio TSE sabotou a auditoria negando acesso aos codigos fonte dos sistemas informatizados – hoje em dia, ser contra o Voto Auditácel, ou o sujeito é burro ou é desonesto mesmo.

  10. Carlos Rocha
    Carlos Rocha

    Voto eletrônico certificado

    Estes são os problemas da atual urna eletrônica, que podem ser resolvidos com a solução proposta pela Associação GRITA!, que inclui o voto eletrônico legal certificado pela ICP-Brasil.

    1. Eliminação do poder de manipular os resultados
    É necessário eliminar o poder de manipular resultados de eleições, sem deixar qualquer rastro. Hoje, este poder existe nas mãos de um pequeno número de pessoas, no TSE. Quem realiza eleições não pode, também, desenvolver software, certificar equipamentos e programas, auditar os resultados das eleições e julgar eventuais desvios nas atividades.

    2. Certificação independente dos equipamentos e programas
    É necessário fazer a certificação prévia dos equipamentos e programas utilizados na eleição, por entidade acreditada pelo INMETRO, por exemplo, independente do TSE, para assegurar, de modo transparente, que o sistema entrega a funcionalidade prevista.

    3. Garantia da integridade de todo o sistema
    É necessário assegurar a integridade dos programas e equipamentos, ao longo de todo o processo, antes, durante e depois da votação, através de auditorias realizadas por entidades independentes do TSE, previamente credenciadas.

    4. Certificação dos resultados da votação
    É necessário certificar os resultados, através de auditorias independentes, após a eleição. A atual votação paralela não tem qualquer valor técnico, porque um programa invasor saberá facilmente como contorná-la.

    5. Materialidade do voto em documento eletrônico legal
    É necessário materializar cada voto em um documento eletrônico certificado pela ICP-Brasil, para dar validade legal ao voto, de acordo com a legislação vigente. O atual RDV (Registro Digital do Voto) reúne todos os votos em um único arquivo e não protege os votos contra apagamento ou alterações, no caso de quebra de segurança da urna.

    6. Proteção do voto, contra apagamento ou alterações
    É necessário substituir a atual Memória de Resultados, um pendrive comum, por uma nova memória, com tecnologia de última geração, que só permita gravar cada voto uma vez e impeça o apagamento ou alteração de todos os dados.

    7. Sigilo do voto
    É necessário remover a identificação do eleitor da urna eletrônica, para eliminar a atual possibilidade de violar o sigilo do voto, em caso de quebra de segurança da urna eletrônica. A identificação do eleitor poderia ser feita pelo aplicativo e-Título do TSE, por exemplo.

    1. Lucio Sattamini
      Lucio Sattamini

      Excelente artigo! Tocou num ponto crítico: separação de alçada, tipo quem pede não compra, quem compra não paga, quem paga não escritura. Rocha, seria o caso de se usar algo tipo Blockchain?

  11. Frederic Couto
    Frederic Couto

    Defensores do voto que não pode ser verificado. Raça de hipócritas.

  12. frederico cardoso fernandes pontes
    frederico cardoso fernandes pontes

    que turma ! Paulinho da Forca e camarilha dizendo que o sistema eleitoral e’ auditável kk

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