O deputado estadual Diego Castro (PL-BA) protocolou nesta segunda-feira uma ação popular na Justiça na tentativa de suspender o financiamento público de eventos culturais que possam promover discursos de ódio contra apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo o parlamentar, a iniciativa ocorre depois da apresentação da banda Bozo Kill em eventos financiados com recursos estaduais do governo baiano. “O grupo possui músicas com teor ofensivo e violento, incluindo referências explícitas à morte de Bolsonaro e de seus eleitores”, afirmou.
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Diego Castro cita como um exemplo de “incitação ao crime” pelo grupo Bozo Kill as composições artísticas da banda que fazem menção ao autor do atentado à faca contra o ex-presidente durante as eleições de 2018.
Na ação judicial, o deputado estadual solicita a suspensão imediata de repasses de verbas públicas a grupos que, segundo sua argumentação, “desrespeitem o princípio da impessoalidade e promovam conteúdo que possa ser interpretado como incitação à violência”.
Perseguição aos apoiadores de Bolsonaro
Nas redes sociais, Diego Castro compartilhou um vídeo em que critica o uso de recursos públicos em iniciativas culturais com teor político: “Não podemos permitir que o dinheiro do contribuinte seja usado para atacar adversários políticos”.
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O deputado disse que o uso de recursos públicos para eventos com discursos de ódio contra apoiadores de Bolsonaro configura uma “tática totalitária, digna de regimes autoritários como Cuba e Venezuela”. Ele também fez críticas ao governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).
“Já não bastasse o governador da Bahia ultrapassar todos os limites, incitando a violência contra conservadores e apoiadores de Bolsonaro, revelamos algo ainda mais absurdo: o financiamento de bandas que pregam ódio e até a morte de Bolsonaro”, declarou Diego Castro. “Isso é institucionalizar a perseguição aos apoiadores de Bolsonaro na Bahia e a direita com a máquina pública.”
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