O deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil-SP) protocolou nesta sexta-feira 10, dois ofícios endereçados à Secretaria de Educação e à Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo. Nos documentos, ele cobra a demissão imediata de membros da diretoria de um sindicato de professores por evento em apoio ao Hamas. A celebração ocorreu na terça-feira, 7.
Zacarias afirmou que os servidores ligados ao Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo organizaram um ato em apoio aos ataques do grupo terrorista Hamas contra Israel. O evento foi realizado no auditório da entidade, localizado na Praça da República, no centro de São Paulo.
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Zacarias acusa o sindicato de, em conjunto com o Partido da Causa Operária (PCO), ter promovido um ato em “comemoração” os atentados contra Israel, que resultaram na morte de civis e envolveram sequestros e estupros.
O deputado afirma que as suas solicitações buscam defender “a integridade do serviço público e a legalidade democrática”. Para ele, o ambiente escolar deve ser “um espaço de educação, não de apologia ao terror”.
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Zacarias cita ainda que as ações dos sindicalistas ferem a Constituição Federal, que veda expressamente as práticas de terrorismo. Ele destaca que a lei estadual 10.261/68, em seu artigo 257, inciso XI, prevê a demissão de servidores que apoiem ou participem de atos dessa natureza.
Para ele, o envolvimento de servidores em atos em defesa do terrorismo é uma prática “inadmissível”.
“A Constituição Federal declara expressamente que o Brasil abomina o terrorismo”, afirmou Zacarias. “É inadmissível que um servidor público tenha tal comportamento. Tanto a diretoria, que autorizou e organizou tal ato, quanto os professores que efetivamente participaram, devem ser exemplarmente punidos.”
Ação no MPF contra ato em defesa do Hamas
Além disso, o deputado estadual encaminhou um documento ao Ministério Público Federal solicitando que o órgão ingresse com uma ação judicial para dissolver o sindicato. Ele alega que este teria violado a legalidade constitucional.
“Diante de tamanha gravidade, é dever do Estado agir com firmeza”, declarou Zacarias. “Não pode se naturalizar o apoio a crimes bárbaros praticados contra inocentes.”
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No Japão professores são mais importantes que o imperador, os nossos querem respeito,porém não fazem por merecer.
Embora seja quase impossível penalizar quem defende crimes desde que sejam pela ideologia da extrema esquerda atualmente, parabéns a esse deputado pela sua iniciativa.
Se o estado não fizer nada, estará normalizando aquela crueldade.