A deputada distrital Paula Belmonte deixou o Cidadania e se filiou ao PSDB. Ela deve disputar o Governo do Distrito Federal em 2026. A filiação ocorre nesta quarta-feira, 3, às 19h, no ginásio da Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados em Brasília.
O acerto foi feito em reunião com o presidente do partido, Aécio Neves, e o ex-presidente Marconi Perillo.
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Belmonte estava há cerca de seis anos no Cidadania. Ela disse que a troca reflete sua defesa de uma política “que une e escuta”. Segundo a deputada, o PSDB oferece “diálogo, equilíbrio e coragem”.
A parlamentar afirmou que Brasília precisa de responsabilidade na gestão de educação, saúde, mobilidade e geração de oportunidades. Declarou ainda que as famílias querem serviços públicos funcionando “com dignidade” e um governo que trate o orçamento “com respeito”.
PSDB não vai apoiar Lula nem a família Bolsonaro, diz Aécio

Antes de assumir a presidência nacional do PSDB na quinta-feira 27, Aécio Neves afirmou que o partido não apoiará a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem qualquer candidatura da família Bolsonaro em 2026.
Ele defende uma “reconstrução interna” com foco em 2030 e descarta lançar nome próprio ao Planalto nas próximas eleições. Eleito em chapa única, Aécio substitui Marconi Perillo, que irá para o Instituto Teotônio Vilela.
O deputado reconhece a fragilidade atual do partido — que chegou à disputa de 2022 sem candidato presidencial — e quer “recolocar o PSDB no centro”, recuperar relevância nos Estados e eleger 30 deputados. “Muitos acharam que íamos acabar”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo. “Ainda vão ter que nos aturar.”
Aécio descarta aproximação com Lula por divergências históricas. Para ele, o PT é responsável pela polarização política das últimas décadas. O tucano afirma que, mesmo em caso de vitória de Lula, o presidente deixará de ser protagonista no cenário político futuro, abrindo espaço para uma “avenida do centro”, que o PSDB pretende ocupar.
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Ele também rejeita qualquer aliança com candidatos da família Bolsonaro e considera apenas discutir uma candidatura de centro “para marcar posição”. Aécio diz que há um eleitorado que não se sente representado nem por Lula nem por Bolsonaro e que esse espaço deve ser reocupado pelo partido. “Nós não nos curvamos nem às benesses do governo Bolsonaro, nem às do governo Lula”, afirmou.
Entre os poucos nomes com expressão nacional que permanecem no PSDB, Aécio é considerado um dos principais articuladores internos. A expectativa com seu retorno é recuperar o protagonismo do partido e reforçar bandeiras como responsabilidade fiscal e eficiência na gestão pública.
Mas justamente este lixo de partido que tanto produziu uma esquerda caviar, e tanta narrativa Woke.