Nesta quarta-feira, 6, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre o pedido de progressão de regime da cabeleireira Débora Rodrigues, conhecida por ter manchado a Estátua da Justiça do STF com batom durante o 8 de janeiro.
No requerimento protocolado no último dia 5, os advogados Hélio Júnior e Taniéli Telles sustentam que Débora já cumpriu os requisitos legais para deixar o regime fechado e passar ao semiaberto.
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Na petição, os defensores pediram o “imediato deferimento” da progressão de regime, além do reconhecimento de que a apenada teria implementado o requisito objetivo em setembro de 2025.
Os advogados também solicitaram autorização para trabalho externo e saídas temporárias, inclusive para o Dia das Mães.
De acordo com a defesa, a manutenção de Débora em regime mais gravoso configuraria “excesso de execução”.
Débora foi condenada a 14 anos de prisão. Conforme o despacho de Moraes, ela já cumpriu três anos, um mês e 23 dias de pena.
Assista à entrevista exclusiva com Débora do Batom
Leia também: “A moça do batom”, reportagem publicada na Edição 317 da Revista Oeste








































A culpa é do psicopata o frouxo da pgr não faz nada sem autorização do caraca do master