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Política

Damares lança cartilha contra uso da maconha

Comissão da Organização das Nações Unidas tirou a 'cannabis' da lista de drogas perigosas

damares alves
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, durante a assinatura de protocolos em parceria com o MEC - 20/11/2019 | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Comissão da Organização das Nações Unidas tirou a ‘cannabis’ da lista de drogas perigosas

damares lança cartilha contra
A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, lançou uma cartilha alertando sobre os riscos do uso da maconha para a infância e a juventude. A medida vem logo depois de a Organização das Nações Unidas tirar a maconha da lista de drogas perigosas. “Há evidências científicas robustas de que o início precoce e a frequência do uso da maconha estão relacionados com maior probabilidade de uso crônico, uso abusivo e dependência, além de maiores prejuízos econômicos, sociais, e à saúde física e mental, não se tratando de uma droga inofensiva”, informa o documento. A papelada garante que a droga causa dependência química, afeta o desenvolvimento do cérebro e suas funções, que o uso está associado a um maior risco de acidentes automobilísticos e que leva ao aumento da criminalidade.

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Entre outros pontos, a cartilha lembra “que o uso terapêutico dos componentes da maconha ainda é extremamente restrito, contando com pouquíssimas evidências científicas”. E menciona que o Conselho Federal de Medicina do Brasil “deixa claro a escassez de estudos que sustentam o uso terapêutico do canabidiol” — o órgão liberou apenas o uso compassivo da substância exclusiva para o tratamento de epilepsias na infância e adolescência refratárias às terapias convencionais. “O uso de maconha durante a gestação pode causar atraso no desenvolvimento fetal e problemas neurológicos nos bebês (Corsi et al.,2019), e a legalização no Brasil pode trazer uma sensação de segurança a essas mulheres, levando-as a ignorar os riscos ao bebê ao confiarem na recomendação do vendedor”, conclui a cartilha, publicada na quinta-feira 3.

Leia a entrevista que a reportagem da Revista Oeste fez com a ministra da Família, da Mulher e dos Direitos Humanos

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2 comentários
  1. PAULO RAPHAEL
    PAULO RAPHAEL

    Parabéns, ministra! Você está aí para isso mesmo.

  2. Carla Silveira
    Carla Silveira

    Só quem não tem ou teve problemas sérios na família com usuários da maconha, pode apoiar o uso. Damares, tem meu apoio

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