“O PT tinha um diálogo com nóis cabuloso, mano.” A frase foi captada numa interceptação da Polícia Federal em 2019, saída da boca de uma liderança do PCC. Era uma declaração de amor. Pela primeira vez em décadas, desde o nascimento do Comando Vermelho no presídio de Ilha Grande até os recentes afagos trocados por Deolane Bezerra (a lavadora do PCC) com Lula e Janja, Washington resolveu atrapalhar o duradouro namorico entre esquerda e crime organizado no Brasil. Anteontem, dia 28 de maio de 2026, o Departamento de Estado dos EUA classificou o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas estrangeiras, provocando uma crise de soluço nos dialogantes.
A decisão é histórica e tem um pai. Flávio Bolsonaro, com o apoio do irmão exilado Eduardo e do jornalista Paulo Figueiredo, trabalhou durante meses para articular junto ao governo Trump o reconhecimento do caráter narcoterrorista das duas maiores organizações criminosas do Brasil — que, convém sublinhar, já não são caso de polícia local, tendo se tornado há muito tempo quadrilhas transnacionais com operações na Europa, na África e nas Américas.
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A classificação abre caminho para que o Brasil integre o Escudo das Américas, a coalizão de combate ao narcotráfico e ao crime organizado transnacional criada por Trump em março deste ano — com compartilhamento de inteligência, coordenação militar, rastreamento de lavagem de dinheiro e, se necessário, operações cinéticas. Trata-se de uma mudança de paradigma: o Brasil deixa de ser apenas um observador constrangido (na melhor das hipóteses) e passa a ser candidato a parceiro estratégico, desde que, por óbvio, tenhamos no ano que vem uma mudança de governo e de regime: de Luiz Inácio Lula da Silva a Flávio Bolsonaro; da juristocracia à democracia.
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O campo lulopetista reagiu como se era de esperar: com a histeria de quem viu o lobby que financiou ser desfeito por decreto. Porque há lobby, e ele está documentado. Enquanto, em Washington, Flávio Bolsonaro demandava a classificação do PCC e CV como terroristas, o governo do Descondenado-em-chefe seguia na direção oposta — fazendo pressão diplomática para que essas organizações não fossem enquadradas dessa forma, numa política que só se explica à luz daquela interceptação de 2019.
“Banditismo estrutural”
Não é coincidência. Em outubro de 2022, dediquei minha coluna aqui na Oeste ao que chamei de banditismo estrutural: a relação orgânica, doutrinariamente enraizada, entre a esquerda revolucionária de matriz marxista-leninista e o mundo do crime. O Comando Vermelho nasceu exatamente daí — do pacto firmado entre guerrilheiros comunistas e criminosos comuns no presídio de Ilha Grande, nos anos 1970, quando a esquerda armada descobriu no lumpemproletariado um potencial aliado revolucionário. O que Marx desprezava, a nova esquerda abraçou: o marginal, o bandido, o traficante como agente disruptivo da ordem burguesa. “Seja marginal, seja herói” — ecoa ainda o brado de Oiticica.
Décadas depois, o resultado está à vista. Só a investigação sobre o escândalo do INSS, por exemplo, revelou uma rede de pelo menos 41 empresas de fachada que movimentou R$ 39 bilhões — e que era usada, entre outros, por criminosos do PCC e pelo grupo terrorista libanês Hezbollah. Deolane Bezerra, presa há alguns dias no âmbito de uma investigação sobre lavagem de dinheiro do PCC, não é um caso isolado: é um nó numa teia que atravessa advogados, influenciadores, artistas e, como tudo indica, operadores políticos. O fato de que Lula e Janja tenham encontrado tempo para lhe dispensar atenção e afeto não é detalhe irrelevante — é a pedra angular do processo avançado de narcoestatização do Brasil.

É aqui que a decisão de Washington adquire sua verdadeira dimensão. Não se trata apenas de uma classificação técnica com consequências jurídicas para operações financeiras e extradições. Trata-se de um diagnóstico político: o Brasil, sob o luloalexandrismo, deixou de ser apenas um país com corrupção endêmica e passou a funcionar como um nó ativo nas engrenagens do crime transnacional. Um país com aparência de normalidade democrática e entranhas porosas ao capital ilícito — o regime híbrido perfeito para quem precisa lavar dinheiro em escala industrial, protegido por um Judiciário que concentra poder discricionário e por uma política externa que, até anteontem, fazia lobby em defesa dos próprios traficantes.
Os eventos das últimas semanas, incluindo essa decisão histórica do Departamento de Estado em favor do povo brasileiro de bem, sugerem que a pressão já está surtindo efeito: a prisão de Gerson Palermo, liderança do PCC, na Bolívia; a captura do sobrinho de El Chapo no México; a prisão da própria Deolane. O Escudo das Américas está em campo, e a caterva lulopetista está em pânico — o que, por si só, já é uma boa notícia. Foi um golaço de Flávio Bolsonaro, e a sinalização clara do que está em jogo no pleito que se aproxima.







































Tenho medo pelo Flavio Bolsonaro. Ele que se proteja pq essa máfia judiciária e narcos nao estao pra brincadeira e eles podem td até matar. Deus o proteja🙏🏻
Hoje! Quando vejo uma Toga ou uma Farda….vejo um potencial faccionado!!
O judiciário nunca foi investigado na história do BOSTIL….desde a época do império…NUNCA FOI DEVIDAMENTE reformado!
Um antro de infratores julgando!
Congresso nacional…eleitos por voto…foram e são investigados.
Executivo Foram investigados…
Já o judiciário….nao
Por uma reforma ampla geral e irrestrita nesse poder golpista.
Nem que precise de uma nova constituinte… especificamente para DAR um Basta nesse judiciário tomado pelo NARCOESTADO
As instituições ,as Sociedades representativas de profissionais de classe , as chamadas organismos de controle da ética profissional, universidades , escolas privadas, na sua maioria estão infiltradas por membros de partidos de esquerda. Não obedecem as leis,ritos ,normas,nada. Os niveis mais altos das castas são o modelo.
Vivas! Bandidos na própria Corte Suprema de um país já é infecção generalizada.