A política brasileira atravessou uma fronteira curiosa: saiu do Congresso, passou pelas redes sociais e agora chegou aos pés dos consumidores.
Uma simples campanha publicitária foi suficiente para expor algo muito maior — a captura da cultura, da publicidade e do entretenimento por uma militância que já não distingue marketing de militância ideológica. O episódio das Havaianas não é um caso isolado. É só mais um sintoma de um fenômeno que vem se repetindo no Brasil e no mundo.
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Em reportagem publicada na Edição 302 da Revista Oeste, o repórter especial Dagomir Marquezi explica:
- por que grandes marcas passaram a apostar em discursos políticos mesmo correndo riscos financeiros;
- como agências, artistas e conglomerados econômicos formam um ecossistema fechado;
- de que forma campanhas publicitárias recentes geraram boicotes, prejuízos milionários e desgaste de imagem; e
- e por que a direita ainda não aprendeu a disputar o campo cultural — o verdadeiro campo de batalha do nosso tempo.
Havaianas é apenas mais um exemplo
Do caso Havaianas às campanhas da Bud Light, Jaguar, Nubank e grandes marcas globais, a reportagem mostra como a chamada “publicidade engajada” se transformou em instrumento de militância, com consequências reais para empresas, consumidores e para o debate público.
Mais do que um texto sobre marketing, é um retrato de como a guerra cultural se infiltra no cotidiano — do cinema às prateleiras do supermercado.
📌 Leia a reportagem completa na Revista Oeste.
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Estou tentando a mais de 1 ano comprar talheres da TRAMONTINA,que tenham cabo amarelo,mas nao existem mais no mercado.inundaram os supermercados com talheres do cabo vermelho .ABSURDO.