Discussões para uma candidatura conjunta da oposição no Ceará ganham força, com articulações envolvendo diversos líderes políticos, de acordo com Ciro Gomes.
O ex-governador do Estado revelou, em entrevista na Assembleia Legislativa do Ceará, que a estratégia é unir os principais nomes oposicionistas para o pleito de outubro. Contudo, ainda não definiu qual cargo deve disputar.
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Ciro afirmou que as negociações buscam formar uma chapa majoritária. As intenções incluem o ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio (União Brasil) e o deputado federal Capitão Wagner (União Brasil), além de outros aliados.
O ex-governador, que já criticou Wagner anteriormente, pediu desculpas ao parlamentar quando se filiou ao PSDB, em outubro. Ele frisou a importância de ampliar o diálogo para a disputa pelo Senado.
As articulações de Ciro Gomes e cenário eleitoral

Conforme afirmou Ciro Gomes, o movimento é a favor de uma mudança. “Vamos juntar todo cearense de boa-fé e se for a mim tocar a tarefa de liderar isso, para o cargo de governador, mas até lá, até decidir que essa responsabilidade é minha, está aqui o nosso coletivo”, disse o político.
“Deve haver uma chapa comigo, com o Capitão Wagner, com Roberto Cláudio, para compor as chapas majoritárias. Temos a outra vaga de senador, para compor com outros aliados, porque o que interessa para nós não é politicagem, é enfrentar a violência impune que tomou conta da política.”
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Um levantamento do instituto Ipsos-Ipec, realizado entre 13 e 16 de dezembro, sugeriu que Ciro lidera a intenção de votos para o governo do Ceará, com 44%. O atual governador, Elmano de Freitas, registra 34%, enquanto o senador Eduardo Girão (Novo-CE) aparece com 7%.
No encontro com jornalistas, Ciro voltou a criticar a gestão estadual de Elmano de Freitas. Ele mencionou episódios relacionados à administração municipal, como o ex-prefeito de Choró, Bebeto Queiroz (PSB), foragido há mais de um ano.
Ao comentar o diálogo com o PL no Ceará, Ciro ressaltou que o processo requer paciência e respeito às decisões internas da sigla. Ele lembrou que as negociações foram interrompidas depois de críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o que gerou resistência no partido.






































Pobre Ceará.
Sem opções, mantém os picaretas de plantão, ou traz de volta o famigerado coronelzinho, travestido de democrata.
Muitas vezes, não entendo o eleitorado, pois aqui não é questão de ideologia, é questão de falta de decência, desta corja que contamina o ambiente….
Pobre é o Brasil e o Brasileiro que tem um PT legalizado como partido político para o bom entendedor meia palavra basta.
Se não for o Ciro você conhece algum amigo que tenha alguma outra esperança o Ceará está arquejando politicamente uma mão na vela outra no soro. O único capaz de termos uma esperança é Ciro lealdade e gratidão