O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, criticou duramente o subprocurador-geral da República Nicolao Dino durante um discurso em Brasília nesta quinta-feira, 13. Segundo Moreira, o irmão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), atua com motivação ideológica e tenta desmoralizar o Ministério Público estadual.
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A declaração foi feita no Congresso Nacional do Ministério Público. Moreira reagiu à abertura de um procedimento pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão para apurar a conduta de policiais envolvidos na megaoperação contra o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão.
O chefe do MP fluminense classificou a iniciativa como um ataque à autonomia da instituição. “O que esse cidadão que, a mim me parece, não tem compromisso com o Ministério Público, tem compromisso com a sua ideologia, o que esse cidadão pretende fazer é desmoralizar o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro”.
Durante a fala, ele mencionou o pedido que encaminhou ao Conselho Nacional do Ministério Público para impedir a atuação de um procurador federal no caso. Segundo Moreira, a Procuradoria dos Direitos do Cidadão, chefiada por Nicolao Dino, não tem atribuição legal para intervir na apuração da operação.
Moreira vê interferência ideológica e diz que acionará o STF
O discurso incluiu críticas à Defensoria Pública da União. Moreira acusou o órgão de funcionar como um “braço político” e de tentar assumir funções do MP. “Não podemos abrir um milímetro das nossas atribuições para a Defensoria Pública; um milímetro sequer”.
Ele ainda citou o procurador federal Julio José de Araujo Junior — sem nomeá-lo diretamente — e o acusou de ativismo. De acordo com Moreira, Araujo agiu de forma precipitada ao acusar publicamente o Estado de genocídio, antes de saber o que de fato havia ocorrido.
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O procurador-geral afirmou que o próprio ministro Alexandre de Moraes, relator da ADPF das Favelas, reconheceu a atribuição do MP estadual para conduzir a investigação.
Assim, anunciou que encaminhará uma petição ao STF para denunciar o descumprimento da decisão de Moraes. Disse ainda que comunicará o procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre a tentativa de interferência ideológica nas investigações.





































É…. Figuradamente este país precisa de uma guilhotina urgentemente. Como a resposta deste Procurador Geral Fluminense, na jugular deste imbecil pau mandado do irmão balofo maranhense comunista estacionado no STF.
Só uma pergunta: esse irmão do troglodita é concursado ou foi indicado ao cargo para irmãozinho generoso?