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Política

Castro discute futuro político e possível candidatura ao Senado

Governador, que não tem vice, afirma que decisão sobre permanência no cargo depende de reunião com lideranças do PL

Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O governador Cláudio Castro afirmou, ao chegar ao segundo dia de desfiles do Grupo Especial na Marquês de Sapucaí, que pretende se reunir com o presidente do Partido Liberal (PL), Altineu Cortes, e com o senador Flávio Bolsonaro para definir seu futuro político.

Os pontos em discussão incluem a possibilidade de permanecer no cargo até o fim do ano e a eventual data de renúncia, caso opte por disputar uma vaga no Senado. Ele já havia antecipado que a decisão deve acontecer apenas depois do Carnaval.

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“Em primeiro lugar eu preciso ter uma garantia que quem vai ficar no meu lugar seja uma pessoa capaz de administrar um Estado com um déficit orçamentário de R$ 19 bilhões este ano”, disse ao jornal O Globo.

Castro voltou a declarar que seu nome preferido para assumir o governo é o atual secretário da Casa Civil, Nicola Miccione. Ressaltou, no entanto, que a decisão final caberá à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que fará a escolha por meio de eleição indireta.

O modelo será adotado porque o Estado está sem vice-governador. Eleito na chapa de Castro, Thiago Pampolha deixou o cargo ao ser indicado conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Castro não assistiu desfile sobre Lula

Questionado sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, cujo enredo teve como tema o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador evitou comentar. “Nesses camarotes institucionais a gente fica mais recebendo as pessoas que assistindo a desfiles”, declarou. “Não vi nem a Niterói como as demais escolas.”

Indagado sobre o motivo de não ter descido à pista para recepcionar as escolas ao lado de Lula e do prefeito Eduardo Paes, Castro respondeu: “Estava em reunião. Eu posso descer ou não.”

O governador disse ainda que, apesar de serem de oposição, prefeitura e Estado fecharam um acordo no domingo. “Metade do camarote do Estado no setor 9 foi cedido à Riotur para receber convidados da prefeitura”, afirmou Castro. “O camarote da prefeitura foi cedido para os convidados do Lula. Nesta segunda, foi retomada a disposição original.”

O governador também avaliou que a edição deste ano é a mais bem-sucedida da história do carnaval fluminense sob o ponto de vista econômico. “É histórico. Passamos de 91% da ocupação hoteleira”, comentou. “Os resultados também são muito bons, por exemplo, em Cabo Frio. Só o Galeão registra nesse período quase 600 mil desembarques.”

1 comentário
  1. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Cláudio Castro ao menos teve colhões para enfrentar a bandidagem ano passado nas favelas no RJ.

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