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Política

Cármen promete TSE mais rígido com as redes e diz que a Corte já se prepara para 2026

Durante discurso de abertura do Ano do Judiciário, a presidente do TSE disse que o tribunal vai atuar com 'rigor e serenidade'

cármen lúcia
A presidente do TSE, Cármen Lúcia, durante uma sessão plenária na Corte Eleitoral - 03/10/2024 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Durante a abertura do Ano do Judiciário, nesta segunda-feira, 3, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, prometeu uma Corte mais rígida em relação às redes.

“A Justiça Eleitoral continuará a atuar com rigor, serenidade e imparcialidade, além de estar comprometida com a democracia, garantindo as liberdades de eleitoras e eleitores”, garantiu, ao mencionar que medidas relacionadas à internet terão “atenção e cuidado muito especial”. “Que tenhamos um ótimo período de perseverança no caminho da construção democrática.”

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Além disso, conforme a presidente do TSE, o tribunal já está se preparando para a disputa eleitoral do ano que vem.

“Para garantia de eleições livres e democráticas no Brasil, este TSE trabalha ininterruptamente”, anunciou. “Para as eleições de 2026, as providências já começaram a ser implementadas na sequência imediata ao término das eleições. Para a eleição de 2028, uma série de providências já precisou ser iniciada, como a questão do cálculo de eleitores e quantas urnas precisam.”

Cármen Lúcia fala sobre a atuação do TSE em relação às redes

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) | Foto: Divulgação/TSE

Ainda de acordo com Cármen, o TSE vai ter “cuidado com as inovações tecnológicas a fim de garantir o livre exercício do voto”.

Segundo a presidente do TSE, a Justiça deve se atentar a cada medida adotada nas redes sociais pelo impacto que podem ter no direito dos cidadãos de se informarem e votarem.

A fala da ministra se deu após a Meta anunciar a revisão de sua política interna. O dono da big tech, Mark Zuckerberg, deu um passo pelo fim da censura ao descontinuar seus programas de agências de checagem.

Há duas semanas, a Advocacia-Gera da União fez uma audiência pública. Os gigantes de tecnologia, contudo, recusaram o convite.

Leia também: “O aparato de vigilância do TSE”, reportagem publicada na Edição 215 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. Nilton Correa Lampert
    Nilton Correa Lampert

    Sem possibilidade de fazer auditoria e contagem dos votos de maneira clara e pública, com participação dos representantes dos partidos, não tenho vontade de exercer minha cidadania.

  2. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Bento Carneiro, não sabe nem o que é dia ou noite. Tem que ter impressão do comprovante do voto e contagem pública!

  3. Francisco José Coelho de Morais
    Francisco José Coelho de Morais

    #TSEGolpista
    Voto auditavel com contagem pública, já!

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