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Política

Câmara aprova criação das Universidades Federais do Esporte e Indígena

Ambas as propostas avançam agora para o Senado Federal, depois de terem sido aprovadas por votação simbólica, sem registro individual de votos

comissão - senado Câmara congresso nacional
Congresso Nacional | Foto: Reprodução/Shutterstock

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de terça-feira, 10, dois projetos de lei que preveem a criação da Universidade Federal do Esporte e da Universidade Federal Indígena. Ambas as propostas avançam agora para o Senado Federal, depois de terem sido aprovadas por votação simbólica, sem registro individual de votos.

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No caso da Universidade Federal do Esporte, o Projeto n° 6.133, de 2025, de iniciativa do Poder Executivo, estabelece que a sede será em Brasília e que centros de excelência funcionarão em todas as cinco regiões do país. A previsão é que mais de 3 mil estudantes sejam atendidos em até quatro anos.

Detalhes dos projetos na Câmara e impactos orçamentários

O plano prevê oferta de cursos de graduação e pós-graduação em áreas como ciência do esporte, educação física, gestão do esporte e lazer comunitário, medicina esportiva e reabilitação, gestão e marketing esportivo, além de nutrição esportiva. O texto não especifica o impacto financeiro para o Orçamento da União, mas prevê gastos para construção, criação de cargos e infraestrutura. Segundo o projeto, “o PL autoriza o Poder Executivo a transferir para a UFEsporte bens móveis e imóveis integrantes do patrimônio da União necessários ao respectivo funcionamento da Universidade”.

Já a Universidade Federal Indígena, proposta no Projeto n° 6.132, de 2025, também terá sede em Brasília e representações em todo o Brasil, seguindo modelo semelhante ao da instituição do esporte. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou, durante um evento em novembro do ano passado, que “cabe ao Estado servir aos indígenas, e não se servir deles”.

As áreas dos cursos foram definidas com base em prioridades apontadas por representantes indígenas em audiências públicas e incluem gestão ambiental e territorial, sustentabilidade socioambiental, políticas públicas, línguas indígenas, saúde, Direito, agroecologia, engenharias, tecnologias e formação de professores.

Leia também: “Togas fora da lei”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 245 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Joaz Santana Praxedes
    Joaz Santana Praxedes

    Muito bom! Agora vamos ter noções de civilidade e moral nas Universidades.

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