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Política

Bolsonaro vai ao Suriname e à Guiana de olho em acordos comerciais

Temas relacionados a petróleo e gás estarão na pauta de discussões com autoridades dos dois países

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O presidente Jair Bolsonaro, durante encontro bilateral com o premiê do Reino Unido, Boris Johnson, um dia antes do pronunciamento oficial na tribuna da assembleia da ONU - 20/09/2021 | Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro embarcou na manhã desta quinta-feira, 20, para Paramaribo, no Suriname. O chefe do governo brasileiro pretende discutir possíveis acordos comerciais e econômicos com o país, principalmente relacionados a petróleo e gás. Além do Suriname, Bolsonaro visitará também a Guiana.

“Tem coisa que eu vou tomar conhecimento em voo. A gente vai para Guiana e Suriname, países que descobriram grandes reservas de óleo e gás”, disse o presidente da República ao comentar, na quarta-feira 19, a agenda internacional nos dois países.

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Além desses assuntos, a delegação do governo brasileiro deve tratar de temas ligados à agricultura e à infraestrutura.

No Suriname, Bolsonaro deve ser recebido no aeroporto pelo vice-presidente Ronnie Brunswijk e outras autoridades locais. Ele tem prevista uma reunião bilateral com o presidente do país, Chandrikapersad Santokhi, e em seguida participará de um almoço.

Mais tarde, haverá uma reunião ampliada de trabalho e os dois chefes de Estado assinarão uma declaração conjunta e falarão com os jornalistas. À noite, o presidente do Suriname oferecerá um jantar a Bolsonaro.

Na sexta-feira 21, será a vez da visita à Guiana. Até o momento, o Ministério das Relações Exteriores e a Presidência da República não divulgaram a agenda de compromissos do segundo dia da viagem oficial.

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3 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    As reservas de petróleo e gás existentes na Guiana e que o Bolsonaro está de olho, estão situadas na área reclamada pela Venezuela, chamada Venezuela Essequiba. E lá vai o Bolsonaro se envolver em um enrosco desses aí. É melhor deixar isso a cargo da Inglaterra.

    1. Luiz Antonio Fraulo
      Luiz Antonio Fraulo

      Bolsonaro defende os interesses do Brasil e não da Venezuela. Se o Brasil tem interesse nesses nichos energéticos deve buscar negócios com os países produtores. Se for viável um tratado de exploração porque não fazê-lo? O fato da venezuela reclamar a área não quer dizer que ela tenha direito sobre a respectiva.

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