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Política

'Bolsonaro não é populista, é popular', afirma Guedes

Ministro rebateu as acusações contra o presidente da República depois do anúncio da criação do Auxílio Brasil

Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu no último domingo, 24, a decisão do governo federal de alterar a regra do teto constitucional de gastos para viabilizar o pagamento de R$ 400 do Auxílio Brasil até dezembro de 2022. Segundo Guedes, havia necessidade de atender a uma parcela da população que está passando fome. Por isso, a criação de um novo programa social não transforma o presidente Jair Bolsonaro em um populista.

“O presidente não é populista, é popular. É diferente”, afirmou Guedes em entrevista a jornalistas. “Tem brasileiro comendo osso, passando fome. A mesma mídia falou sobre isso durante três meses. Como é que um presidente da República vai fazer? Ele fica num difícil equilíbrio.”

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O ministro disse ainda que o auxílio visa a combater a pobreza no país, que se acentuou durante a pandemia. “O presidente precisa enfrentar o problema da miséria”, asseverou. “Ele precisa de R$ 30 bilhões para fornecer mais R$ 100 ao Bolsa Família. Se fizermos uma reforma administrativa que dê R$ 300 bilhões, não tem problema dar R$ 30 bilhões para os vulneráveis e frágeis.”

Guedes também defendeu o teto de gastos. “É uma bandeira nossa de austeridade”, afirmou. “É um símbolo de compromisso para gerações futuras.”

Leia também: “Auxílio Brasil: o novo Bolsa Família”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 74 da Revista Oeste

5 comentários
  1. Maciel Gomes
    Maciel Gomes

    Agora fico difícil guedes, como é que vc vai justificar o injustificável, piorou com essa emenda jabuti, vc é um poeta calado guedes kkkkkkkk

  2. Wehbe Neme
    Wehbe Neme

    Com todo respeito Paulo Roberto, não concordo com seu ponto de vista, comparar uma políti.ca de transferência de 30 bilhões de reais para pobres passando fome, com o que o PT fez em encher as burras de banqueiros, grandes empresários, países de esquerda e ditaduras na América Latrina, Central e África, com mais de um trilhão de reais tem uma diferença colossal.

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      O negócio não foi bem assim. Disseram que poderiam elevar a contribuição até R$ 300,00 (trezentos reais) por família sem comprometer com o teto dos gastos aí vem o “seu” Bolsonaro e encasquetou com o valor de R$ 400,00 talvez porque o Luladrão veio a público para falar que ele deveria subir para R$ 600,00 numa clara provocação para desafiar o Bozzo, apavorado em perder essa parada para o meliante. Então isso não é política populista e irresponsável? Lembram da ajuda da pandemia?

  3. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Bilhões são gastos nas cúpulas dos poderes no Brasil e ninguém se pronuncia. Dar um pequeno benefício a necessitados – neguim grita. Se o Presidente é populista ou popular ou os dois ao mesmo tempo não importa. O que importa é que o benefício atenda às pessoas carentes.

  4. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Para ser populista, tem que ser, antes de tudo popular, senão não funciona, isso é lógico. Escute aqui ô Posto Ipiranga, vá falar essas malandragens lá pra suas nêgas, meu chapa! Continue fazendo gracinhas com a economia para agradar eleitor, seu irresponsável. Veja no que deu o PT, não aprendeu a lição?

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