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Política

Bolsonaro diz estudar volta de Ministério da Indústria e do Comércio

Presidente acena ao setor industrial com recriação da pasta, que pode acontecer 'ainda neste ano'

Jair Bolsonaro
Bolsonaro disse que não é mais tempo de cumprir decisões do Supremo| Foto: Anderson Riedel/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) manifestou na quinta-feira 26 a intenção de recriar o Ministério da Indústria e do Comércio. A declaração do chefe do Executivo aconteceu durante a posse da diretoria da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), em evento em Belo Horizonte.

Segundo Bolsonaro, o resgate da pasta atende a um clamor do setor industrial, que espera ter um interlocutor exclusivo, à parte do Ministério da Economia.

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Na declaração em Minas Gerais, Bolsonaro citou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). A criação ou extinção de ministérios precisam do aval do Congresso Nacional.

“Confesso que (a recriação) já estava um pouco madura, mas agora selou o seu final. Uma vez havendo uma outra oportunidade, ainda neste ano, já está na conta do Lira, a recriação do Ministério da Indústria e do Comércio”, afirmou Bolsonaro.

Na campanha à Presidência em 2018, Bolsonaro havia prometido trabalhar com 15 ministérios. Seu governo começou no ano seguinte com 22 e, neste momento, conta com 23 pastas.

Na teoria, uma eventual recriação de Indústria e Comércio tiraria poder de Economia, sob administração de Paulo Guedes. Em 2021, Bolsonaro já havia desmembrado a atuação da pasta, recriando o Ministério do Trabalho.

Apoio a Zema

Também no evento da Fiemg em Belo Horizonte, Bolsonaro fez um aceno à candidatura de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais. O atual governador busca a reeleição e deve ter como principal adversário o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD), candidato que conta com o apoio de Lula (PT).

“Já que o governador acabou de ocupar a tribuna, time que está ganhando não se mexe”, disse Bolsonaro no evento, que também contou com a presença de Zema.

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3 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Pode não ter sido promessa da campanha de 2018 mas parece que será de 2022, ainda está muito cedo para fazer comentários a esse respeito. Agora, fico imaginando o seguinte panorama fictício: O Molusco-de-nove-tentáculos, pelo visto lidera as pesquisas de cabo a rabo, ora o Bolsonosso se aproxima, ora ele se afasta e continua desse jeito aí. Aí vai chegar a eleição onde esse cachaceiro vagabundo espera ganhar já no primeiro turno mas, para a sua decepção quem ganha é o Bolsonosso, então o que pode acontecer numa situação dessa? O Molusco pode denunciar que houve fraude: Fraude! Fraude! Golpe!, é Golpe! esbravejam seus seguidores. Como ficaria a situação do TSE em ter que provar que não houve fraude? Se o sistema não é auditável, então como se proceder numa situação fictícia dessa? Eu não sei.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Não dá para formatar esses anúnucios de forma a não invadir a área de comentários? Se vocês querem transformar isso daqui em um catálogo de anúncios, digam logo que não renovo a assinatura que vence no mês de junho. Já é a segunda vez que reclamo disso.

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