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Política

'Benefício final é a disciplina', diz deputado, sobre escolas cívico-militares

Em entrevista a Oeste, Tenente Coimbra (PL-SP) explicou as diferenças entre os adeptos e o os não adeptos ao programa escolar

Deputado estadual Tenente Coimbra (PL-SP) fala sobre escolas cívico-militares
Deputado estadual Tenente Coimbra (PL-SP) fala sobre escolas cívico-militares | Foto: Reprodução/YouTube/Revista Oeste

Em entrevista ao Jornal da Oeste 1 ª Edição, nesta sexta-feira, 1º, o deputado estadual Tenente Coimbra (PL-SP) defendeu o modelo de escolas cívico-militares em São Paulo. O parlamentar também explicou as diferenças entre esse modelo e os não adeptos ao programa.

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“O benefício final de fato é a disciplina”, disse Coimbra. “O ambiente escolar é propício para que o aluno tenha seu tempo otimizado, com professor seguro, conseguindo dar aula em sua plenitude. Isso leva ao ótimo resultado do programa: aumento de 20% de nota no Ideb, redução da evasão escolar em 50%, aumento de 80% em segurança na sala de aula. Não é mágica. Hoje, os alunos podem tudo e não devem nada.”

O parlamentar explicou que os professores das escolas cívico-militares são os mesmos da rede estadual. Dessa forma, não são os militares que ministram as aulas. O foco do programa é na mudança em relação ao respeito e à disciplina, principalmente nas escolas mais vulneráveis, com tráfico na localidade, violência e falta de professores, por exemplo.

Tenente Coimbra comenta sobre a adoção ao programa escolar

Tarcisio Gomes de Freitas sanciona projeto das escolas cívico-militares
Governador Tarcísio de Freitas durante a sanção do projeto das escola cívico-militares | Foto: Marcelo S. Camargo/Governo do Estado de SP

Ainda na entrevista ao canal da Revista Oeste no YouTube, Coimbra explicou a forma como uma escola pode tornar-se adepta ao modelo cívico-militar.

“Hoje, para uma escola cívico militar ser selecionada e escolhida, o diretor tem que solicitar para que ela vire desse modelo”, começou o parlamentar.

Leia mais: “O futuro aconteceu”, reportagem de Dagomir Marquezi publicada na Edição 320 da Revista Oeste

“Depois, toda a comunidade escolar vota se quer ou não a implementação, com pelo menos 50% ou mais da escola votando à mudança. Além disso, ela só pode ser implementada em cidades com mais de uma escola, para que haja a possibilidade de escolha entre o modelo normal e a cívico militar.”

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