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Política

Aras reúne procuradores para falar de bloqueios em rodovias

Nesta manhã, havia 11 interdições nas estradas de Mato Grosso e oito em Rondônia

Aras bloqueios rodovias Lei das Estatais
Procurador-geral da República, Augusto Aras, durante sessão plenária do STF | Foto: Fellipe Sampaio /SCO/STF

Augusto Aras, procurador-geral da República (PGR), fez uma reunião na manhã desta segunda-feira, 21, com o gabinete de crise do Ministério Público Federal (MPF) para tratar dos bloqueios nas rodovias contra a vitória do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Nossa reunião se centrou na avaliação dos temas mais graves”, declarou Aras. “Com isso, fica a população ciente de que o MPF em todo o Brasil continua cuidando da preservação da ordem jurídica no ambiente democrático.”

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O encontro durou cerca de duas horas e contou com as participações dos subprocuradores-gerais da República e dos procuradores do MPF que atuam em Mato Grosso, Rondônia, Pará e Paraná. Conforme o comunicado da PGR, o ministro Anderson Torres, da Justiça, “assegurou” que vai insistir para que os governadores solicitem a atuação da Força Nacional para desobstruir as rodovias.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta manhã, havia 11 interdições nas estradas de Mato Grosso e oito em Rondônia.

Desde 30 de outubro, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) estão em frente a quartéis contra a vitória de Lula. Alguns protestam contra os ministros do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal.

No início, as rodovias federais foram bloqueadas totalmente, o que impediu a passagem de pessoas e veículos. Contudo, depois de um pedido do presidente, os manifestantes desocuparam as estradas e passaram a ficar em frente a quartéis do Exército por todo o Brasil. No entanto, desde a semana passada, as estradas voltaram a ser ocupadas.

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4 comentários
  1. Olnei Pinto
    Olnei Pinto

    Esse traste não toma nenhuma providência, quando o Joseph e os seus apoiadores afrontam a constituição mas as manifestações são motivo de sua preocupação.

  2. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    Um comentarista da revista Zoeste disse que se fosse a esquerda fazendo movimento seria considerado revolução popular. E que todos seriam tratados com humaninidade, sem intervenção da PFR, PF ou MPF, ou até mesmo a Força Nacional. Seria formada uma comissão composta por Barroso e Rosa que iriam negociar com os manifestantes. E, se não desse certo, pediriam para o Lula se reunir num bar e resolver o assunto tomando cerveja ou pinga. Como não são gente de esquerda, tá liberado determinação de que a força nacional com a ajuda de outros órgãos policiais façam a varredura nas estradas incluindo prisões e multas pesadas, com condução coercitiva. Está sendo mantida a posição de perseguição aos golpistas.

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