Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) interromperam a palestra do presidente-executivo da StandWithUs Brasil, André Lajst, na Faculdade de Direito da instituição. O protesto de alunos e de ativistas contrários ao governo de Israel foi marcada por vaias e gritos contra o convidado.
O diretor da unidade, Celso Campilongo, pediu reiteradas vezes respeito ao direito de Lajst se manifestar no debate, mas o grupo não atendeu. Além dele, estava presente na mesa o professor Flávio Leão Bastos, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
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O episódio gerou repercussão negativa entre os próprios professores da instituição, além de ex-alunos. Nos grupos privados e nas redes sociais, críticos afirmaram que o protesto foi antissemita e feriu o direito à liberdade de expressão.
O debate integrava o ciclo “Conversas sobre o mundo”, que discutiria a guerra entre Israel e o Hamas. O evento já havia sido adiado na semana anterior por “risco de agressão” ao convidado.
Protesto na USP: ativistas chamaram palestrante de “genocida”
O Centro Acadêmico 11 de Agosto, da Faculdade de Direito, divulgou uma nota de repúdio antes do evento. “A presença de um representante de uma organização que atua na defesa e na normatização do regime de apartheid e das práticas genocidas do Estado de Israel contra o povo palestino é uma afronta à tradição humanista, democrática e libertária”, dizia o texto.
Durante o ato, os manifestantes entraram no auditório com bandeiras da Palestina e do Líbano. Na ocasião, chamaram Lajst de genocida.
André Lajst se manifestou
Em publicação nesta quarta-feira, 19, Lajst afirmou que “tentaram transformar a palestra em caos” e classificou o episódio como “tentativa de censura”. O cientista político disse que as falas, durante o debate, foram acadêmicas e “muito longe” de serem radicais, mas que, mesmo assim, o grupo não quis ouvir.
“As pessoas que foram ontem na USP impedir a nossa fala, especialmente a minha fala, não estavam dispostos a escutar absolutamente nada”, disse o cientista político. “Eles estavam completamente surdos para escutar qualquer coisa que não fosse aquilo que eles acreditam ser a verdade.”
Em nota ao portal Opera Mundi, o centro acadêmico respondeu a manifestação de Lajst. Disse que ele “tentou enquadrar a manifestação — um direito constitucional — como ameaça à democracia”. Afirmou que o protesto “é exatamente o contrário: contestar discursos opressores é exercício democrático, não sua negação”.





































Esses comunistas estudantes da Faculdade de Direito da USP são uma vergonha para qualquer pessoa decente. Como todo comunista são todos intolerantes, antidemocráticos, aprendizes de ditadores, de terroristas, não aceitam o contraditório. Pensar que esses caras um dia serão os novos advogados, causa náuseas. A faculdade de direito em questão não tem corpo discente, tem um bando de drogados vagabundos.
Estudantalha !… “contestar” não é fazer bagunça e impedir de modo ofensivo que outra parte faça sua manifestação ou defesa … e se dizem estudantes de direito. Tenho nojo desses estudantes uteis a causas intolerantes – não passam de imbecis.
Os principais e únicos CULPADOS PELO ANTISSEMITISMO SÃO OS DIRETORES E O REITOR DA PRÓPIA USP. TARCÍSIO SE QUER SER PRESIDENTE, FAÇA IGUAL AO TRUMP, SUSTE VERBAS ESTADUAIS PRA ESSA COMUNISTA, VERMELHA , ESQUERDALHA DA USP.
Ei, galera imunda e sem-caráter do CA XI de Agosto, por que não vai tomar no kool?
Antigamente, estudar direito na USP era motivo de orgulho. hoje boa parte desses alunos só aceita a sua verdade, e quando são contrariados fazem isso. Infelizmente a esquerda radical tomou conta dessas universidades.
A USP está cheia de marginais, principalmente nos cursos de humanas…não produzem nada ..
Vieram de bons e caros colégios particulares , não pagam o curso e ainda atrapalham quem quer aprender democraticamente
Cambada de vagabundos.
E pensar que sustentamos estes m….., com os nossos impostos…
Argumentar com esse tipo de gente idi*tizada é absoluta perda de tempo!