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Política

Alexandre de Moraes arquiva pedido de investigação contra Aras

Ministro do Supremo Tribunal Federal não viu indícios de crime de prevaricação por parte do PGR

Procurador-geral da República, Augusto Aras, passará por nova sabatina no Senado na terça-feira 24 | Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu arquivar nesta segunda-feira, 23, um pedido de senadores para que o procurador-geral da República (PGR), Augusto Aras, fosse investigado por suposta prevaricação — crime cometido por funcionário público, que deixa de praticar sua função como descrita na lei para satisfazer seus interesses pessoais.

Leia mais: “‘Minha lealdade acima de tudo’, afirma Mourão sobre Bolsonaro”

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A solicitação tinha sido feita pelos senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Fabiano Contarato (Rede-ES) por meio de uma notícia-crime protocolada na última semana. Eles argumentaram que Aras não estava cumprindo sua “obrigação institucional de atuar em defesa da democracia”, ao não comentar a posição do presidente Jair Bolsonaro em relação ao sistema eleitoral nem quanto à fiscalização do cumprimento da lei no enfrentamento à pandemia.

Leia também: “Aras abre apuração para avaliar se Bolsonaro cometeu irregularidades ao criticar urnas”

Na decisão desta segunda-feira, 23, Moraes afirma que não ficou caracterizado no pedido dos senadores o crime de prevaricação, pois não ficou demonstrado interesse ou sentimento pessoal que teria movido as ações do agente público, no caso, o procurador-geral. O parecer acontece na véspera da nova sabatina de Aras no Senado Federal.

2 comentários
  1. Otavio Lima
    Otavio Lima

    Arquiva, depois desarquiva, depois arquiva, depois desarquiva… assim o STF vai brincando de “mocinho”!
    7 de SETEMBRO, vamos todos pra rua fazer parte da história do dia da nossa independência do COMUNISMO!!!

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Pedido feito por um delegado de polícia sergipano maluco e por um indivíduo pernóstico e de hábitos nojentos (como aquela tascada de um escandaloso beijo na boca, só não sei se rolou uma língua, no cantor bahiano o tal do Caetano Veloso) uma cena grotesca como essa figura aí.

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