O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), viu com bons olhos o diálogo entre os governos Lula e Trump.
“É algo positivo”, disse a Oeste, nesta quarta-feira, 8. “Tivemos esse significativo avanço. Talvez, não precisássemos ter tido nenhuma crise.”
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No começo da semana, Lula e Trump conversaram por telefone, por 30 minutos, em tom amistoso, depois de encontro na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, e reafirmaram a impressão positiva daquele encontro.
Durante a conversa, o petista solicitou a Trump o fim de tarifas dos Estados Unidos (EUA) a produtos brasileiros, mencionando que as medidas afetam o comércio bilateral. Também discutiram sanções aplicadas a autoridades brasileiras.
Telefonema comentado por Gilmar Mendes

Na rede social Truth Social, Trump se manifestou, após a ligação com Lula.
“Nesta manhã, eu fiz uma chamada telefônica muito boa com o presidente Lula, do Brasil”, escreveu o republicano. “Discutimos muitas coisas, mas a conversa focou principalmente na economia e no comércio entre os dois países. Teremos novas discussões e nos reuniremos em um futuro não muito distante, tanto no Brasil quanto nos EUA. Eu gostei da ligação telefônica — nossos países irão muito bem juntos.”
A tensão entre os EUA e o Brasil começou em julho deste ano, quando, em uma carta, Trump anunciou que taxaria produtos brasileiros que entram nos EUA em 50%.
“Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos (como demonstrado recentemente pelo STF, que emitiu centenas de ordens de censura secretas e ilegais a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes”, informou Trump, em uma carta. “Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta.”
Leia também: “Fachin, uma incógnita no comando do STF”, perfil publicado na Edição 290 da Revista Oeste






































Que ótimo, o STF, via um de seus limitados, amorais e inadequados membros, dando Nota “A” para o posicionamento de Lula no exercício de seu cargo executivo, ou seja, é o STF atuando para autorizar, ou não, concordar, ou não, mas sempre orientando os rumos da política externa brasileira!
Loucura!
Suas horas estão contadas sapão!
O cara viaja a portugal semanalmente,usando dinheiro público,e no restante do tempo opina sobre política, quanto tempo sobra pra fazer o trabalho dele?
O Gilmar não é Juiz, comentarista e nem ao menos parlamentar. Como falam este ministros que não são juízes de carreira.
Bons tempos quando Juiz apenas se manifestava nos Autos…