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Política

‘A imprensa deixou de informar’, critica Augusto Nunes

Colunista da Revista Oeste reprovou a cobertura jornalística sobre as manifestações pró-governo federal realizadas no sábado 15

Foto: Reprodução/YouTube

O jornalista Augusto Nunes criticou a cobertura jornalística sobre os protestos pró-governo federal realizados no sábado 15. “A imprensa velha deixou de ser imprensa. Deixou de informar”, disparou o colunista da Revista Oeste, durante o programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, exibido nesta segunda-feira, 17.

De acordo com o jornalista, os veículos de comunicação tradicionais não exibiram as fotos das manifestações em favor do presidente da República, Jair Bolsonaro, para não mostrar a dimensão e a importância dos atos. “Os jornais já estão morrendo em suas edições de papel. Agora, começam a matar suas edições digitais”, ironizou Augusto Nunes.

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No sábado, milhares de pessoas foram às ruas de Brasília não apenas para demonstrar apoio ao chefe do Executivo federal, mas também para criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e as medidas restritivas impostas por prefeitos e governadores, sob a justificativa de tentar conter o avanço da pandemia do coronavírus.

Leia também: “A polícia da informação”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 60 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Daniel Brito Guimarães
    Daniel Brito Guimarães

    Temos 2 Brasis no Brasil: um é insano, inconseqüentre, negligente, COMUNISTA. O outro é o pé no chão, uma composição de verdadeiros heróis da pátria que luta contra a corrupção e contra a concentração de poder nas mãos do estado. Porém, o “primeiro Brasil” é bastante explorado pela mídia comum (é claro, vende mais, pois, além de esconder a verdade, procura o escândalo para comunicação). O segundo é considerado a mentira da sociedade organizada (propaganda criada pela esquerda), um golpe contra “a liberdade da revolução do proletariado”. Ler sobre um Brasil onde as pessoas sejam livres, onde possam dar seus próprios passos e serem respeitadas por leis que as amparem, pois, estão desenvolvendo, através de seu trabalho criativo, as oportunidades para outros progredirem. Um Brasil com um estado ínfimo que não se alimenta do PIB para se manter no poder – NÃO (!), isso é sonho, é quimera e não é possível (eis que temos a imprensa que acha normal as ações do STF, como liberar um bandido para concorrer novamente na mesma coisa que já provou quem ele é, ou como acobertar uma demostração popular de milhares que empunharam o verde e amarelo pedindo atenção para o excesso de poder do STF). Então a imprensa que vive da pobreza do povo, dos favores da corrupção, esta imprensa é que determina o que o povo realmente deva pensar?
    Quando a imprensa geral no Brasil começar a falar das coisas fundamentadas nos erros e acertos históricos e nas verdadeiras aberrações que têm sido repetidas por décadas no país, então poderemos, como dizem, sonhar, mas sonhar com algo palpável e não mais sermos ridicularizados por canalhas.

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