A poucos dias do prazo final das atividades CPMI do INSS, ainda não há nenhuma indicação da prorrogação dos trabalhos da comissão no Congresso Nacional.
Ao longo dos últimos meses, a cúpula da comissão tem buscado ampliar o período das atividades. No início do ano, o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), conseguiu as assinaturas necessárias para a prorrogação.
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O requerimento foi entregue ao presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), mas não houve nenhum parecer favorável à prorrogação.
Conforme determina o regimento interno, se houver as assinaturas necessárias para a extensão de uma CPMI, é preciso fazer a leitura do requerimento em uma sessão do Congresso. Alcolumbre, no entanto, ainda não marcou nenhuma reunião conjunta do Legislativo.
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Sem uma resposta clara de Alcolumbre, o presidente da CPMI apresentou um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) no qual pede que a Corte prorrogue as atividades.
O ministro André Mendonça foi sorteado como o relator do mandado de segurança. Entretanto, até o início da tarde desta sexta-feira, 20, também não havia decidido sobre a ação.
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Se até a próxima semana não houver um parecer favorável à prorrogação — seja pelo Congresso, seja pelo STF —, a CPMI do INSS terá suas atividades encerradas.
Sem a continuação, a previsão é que o parecer do relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), seja apresentado e lido na próxima quarta-feira, 25. O documento, que ultrapassa 5 mil páginas, deve ser votado já no dia seguinte.
Cúpula da CPMI do INSS cobra prorrogação
Viana tem insistentemente tentado prorrogar a CPMI. Em coletiva de imprensa na quinta-feira 19, o presidente da comissão afirmou que “a ausência de resposta nesse caso não é neutralidade”.
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Sem citar diretamente o presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (União-AP), Viana criticou a falta de resposta ao pedido de prorrogação da comissão — o qual cumpre todos os requisitos regimentais.
“Até hoje, não obtivemos resposta”, ressaltou o presidente da CPMI do INSS. “E a ausência de resposta nesse caso não é neutralidade. Ela produz efeitos. Ela diz muito. O silêncio do Parlamento em relação à prorrogação será interpretado como omissão.”
Para o senador, interromper os trabalhos neste momento significaria esvaziar o propósito da comissão: “Nós começamos com empréstimos consignados com associações e, de repente, descobrimos que parte dos investigados lavaram dinheiro usando o Banco Master”. “Ou seja, o escândalo é muito maior do que a gente imaginava.”
Viana afirmou ainda que a investigação já alcança nomes relevantes: “Envolve parlamentares, sim. Envolve pessoas ligadas ao Judiciário, sim”. “Isso tudo tem sido usado como pressão para tentar impedir que a CPMI avance.”
Mesmo diante das resistências, o senador disse que pretende levar os trabalhos até o fim: “Nós vamos lutar até o final, porque eu quero dar respostas”.
“Eu estou com muita confiança de que nós vamos conseguir prorrogar para o bem do Brasil”, declarou o senador.
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VÃO CONTINUAR DEIXANDO A CAPIVARA DO AMAPÁ TRAVANDO O PAÍS ?
ESSES SENADORES SÃO UM BANDO DE FROUXOS !
A MESSA TEM O PODER DE AFASTAR ESSE TRASTE….