Nos bastidores, parte da Polícia Federal (PF) comentou a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) no caso Master.
A Oeste, em caráter reservado, delegados disseram que esperavam postura “mais firme” do PGR, Paulo Gonet. Entende-se que o órgão tem adotado postura “tímida”.
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Na visão desses policiais, a PGR poderia ter exercido maior protagonismo, em vez de “dar sinais de submissão” ao Supremo Tribunal Federal (STF).
“Não pode só fazer o que quer o ministro Alexandre de Moraes”, disse uma fonte da PF à coluna.
O centro desse descontentamento é o parecer de Gonet contrário à prisão preventiva do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Em um despacho, o relator dos processos no STF, André Mendonça, chegou a dar um “puxão de orelha” no PGR.
Além disso, delegados se queixaram de que, quando Dias Toffoli era o relator das ações, a PGR não se opôs a decisões do magistrado que restringiram o trabalho de perícia da corporação.
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Delegados da PF comentam “recado” do STF à corporação

Além do comentário relacionado à PGR, delegados da PF também fizeram observações quanto a um recado que veio do STF.
No começo da semana, em meio aos escândalos do caso Master, juízes do STF sugeriram que vão interferir na PF.
Leia também: “A mancha que nada remove”, artigo publicado na Edição 312 da Revista Oeste
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EU QUALIFICARIA COMO PARCIAL E COMPROMETIDA… BEM ASSIM !
Nada como uma degustação do whisky Macallan em Londres proporcionada pelo banqueiro gangster. Viva o conflito de interesses!
Eu diria criminosa.
Paulo Gonet é uma vergonha para o MPF. Submisso aos ministros Moraes e Gilmar que apoiaram a sua indicação.
Paulo Gonet é uma vergonha para o MPF. Submisso a Moraes e Gilmar Mendes que apoiaram a sua indicação.
Atuação não foi timida e sim vergonhosa. Capacho do Moraes.