Líderes do Partido Liberal (PL) vão definir nas próximas semanas o futuro político da deputada federal Carol De Toni.
Segundo apurou Oeste, De Toni conversará com o presidente do PL, Valdemar Costa Neto; com o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência nas eleições deste ano; com o senador Rogério Marinho, líder da oposição no Senado; e com o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello.
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De Toni espera receber garantias de que concorrerá ao Senado pelo PL. Para tanto, o partido terá de desfazer o acordo firmado com a Federação União-PP.
O acordo entre o PL e a Federação União-PP
No acordo inicial, o PL lançaria um candidato ao Senado, enquanto a federação escolheria outro. De Toni era a candidata natural à vaga do PL, e Espiridião Amin (PP) seria o candidato da federação. Contudo, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) anunciou a entrada na disputa, o que impactou a vaga destinada ao PL. Agora, o partido terá de decidir entre preservar o acordo com União e o PP ou optar por uma chapa pura, com De Toni e Carlos.
PL, União e PP concentram um valor expressivo do fundo eleitoral (R$ 1,8 bilhão) e do tempo de propaganda. Cada legenda recebe sua parcela separadamente, mas, quando atuam na mesma coligação, conseguem direcionar volume significativo de verba e estrutura para as candidaturas prioritárias. Nesse caso, a manutenção do acordo entre PL e Federação União-PP ampliaria a capacidade de financiamento e comunicação da chapa majoritária no Estado. Uma divisão política, contudo, reduziria essa força conjunta.
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Condenar o futuro político da parlamentar Carol é uma insanidade de nossas raposas políticas . Apenas pela ingerência de um candidato de outra região quer mudar de eleitorado.
Lula nao tem a minima condição de concorrer a reeleição..ele ja foi reeleito em outra epoca e troce toda essa desgraça que vivemos hoje.
Carol De Toni tem tido apoio do povo Catarinense