O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, afirmou que os manifestantes do 8 de janeiro “avançaram sobre a Praça dos Três Poderes munidos de artefatos de destruição”.
A conclusão consta nas alegações finais que o PGR enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ação penal (AP) que trata de uma suposta tentativa de golpe de Estado. O parecer de Gonet é pela condenação de Bolsonaro e outros sete réus da AP. Os crimes imputados ao ex-presidente, juntos, somam 43 anos de prisão.
Receba nossas atualizações
“Ao incentivo de palavras de ordem, o grupo invadiu o Senado Federal, a Câmara dos Deputados, o Palácio do Planalto e o STF, depredando o patrimônio público, com o objetivo final de impor a instalação de um regime de governo alternativo, produto da deposição do governo legitimamente eleito e da abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, disse Gonet.
De acordo com o PGR, é “inegável a surpreendente sofisticação tática de algumas ações adotadas”. Conforme o PGR, havia “especialistas no local”. “Mauro Cid confirmou a inserção, nos acampamentos, de militares com formação em Forças Especiais, os denominados ‘kids pretos’, altamente treinados em ‘operações de guerra irregular'”, escreveu.
Alegações finais da PGR

Gonet argumentou ainda que o protesto ajudou a Justiça a montar um quebra-cabeça que levou à denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros envolvidos na suposta trama golpista.
“O evento dramático auxiliou a ressignificar toda uma série de acontecimentos pretéritos, que antes pareciam desconectados entre si”, escreveu Gonet, nas alegações finais da ação penal que tramita no Supremo Tribunal Federal, enviada à Corte na segunda-feira 14. “Atos que, até então, poderiam parecer reprováveis apenas do ponto de vista moral ou eleitoral, foram encaixados dentro de um plano maior de ruptura institucional. A trama delitiva ganhou coloridos expressivos com este seu desfecho, mostrando-se densa, com atos executórios iniciados ainda no ano de 2021.”
Leia também: “O êxodo venezuelano”, reportagem publicada na Edição 276 da Revista Oeste
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].
Mais um texto sem consistência, um jogo de palavras, sem provas, deduções ridículas para forçar de forma desesperada, falsas alegações. A quem esse homem quer enganar?
Baton, Bíblias e algodão doce realmente são artefatos bélicos perigosos!
Artefato de destruição foi o fantoche nomeado pelo stf para brincar de governo, senão vamos ver notícias de hoje 16/07
AGU, omite 4 bilhões em honorários
Hugo mota, paga 807 mil a assessora por serviço.
Até quando vão permitir que afundem o Brasil para livrar o verme carniça e o psicopata do judiciário?
Uma pena, poderia ser provado com as imagens que devem estar bem guardadas , imagino
É PRA RIR?
kkkkkk
ELE ACHA QUE SÓ EXISTEM JUMENTOS NO PAÍS???????
Esse senhor ou é um mentecapto ou em tremendo mal caráter
“ARTEFATOS DE DESTRUIÇÃO”.?
Percebe-se que Gonet não conhece absolutamente nada sobre armas e artefatos que possam causar mo4tes e destruição. Nunca deve ter usado sequer um estilingue e deve ter sido criado pela avó.
Ora, ele só é empregado do Gilmar, subserviente ao Moraes…. Fora disso, é um joão-ninguém que, logo, logo voltará ao anonimato.