A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) protocolou, na terça-feira 28, um requerimento para integrar a comissão temporária sobre a crise ianomâmi. Segundo a parlamentar, o conhecimento prévio que ela possui da situação do Norte e Nordeste vai contribuir com o colegiado.
Ontem, o Senado decidiu ampliar o número de integrantes da comissão. Anteriormente, eram cinco parlamentares. Agora, são oito. O aumento foi um pedido dos senadores Eliziane Gama (PSD-MA) e Humberto Costa (PT-PE), que alegaram “falta de representatividade” e de defensores dos vários setores envolvidos no tema.
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Eliziane argumentou que existe uma demora na votação dos requerimentos da comissão, instalada uma semana antes do feriado de Carnaval. O próximo encontro do grupo vai acontecer na terça-feira 7, mas deveria ocorrer ainda nesta semana. O motivo da mudança é justamente a indefinição dos membros da comissão.
Com Damares, pelo menos quatro senadores disputam as três vagas do colegiado, sendo eles: Fabiano Contarato (PT-ES), Leila Barros (PDT-DF) e Marcos Pontes (PL-SP). No final, trata-se mais de uma decisão política do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
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É justo que a Damares integre a comissão pelo conhecimento que possui do caso.