O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou, nesta segunda-feira, 9, que sua Corregedoria está apurando a denúncia mais recente que chegou ao órgão contra o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça.
Buzzi virou alvo de nova acusação de assédio sexual. Conforme o CNJ, uma possível vítima de fatos semelhantes aos já apurados foi ouvida, e uma nova reclamação disciplinar aberta para investigar essas novas informações.
Receba nossas atualizações
De acordo com o CNJ, os procedimentos tramitam sob sigilo, em virtude de preservar a intimidade e a integridade dos envolvidos.
+ Veja mais notas exclusivas e de bastidor na coluna No Ponto
A manifestação não detalha o teor das acusações nem descreve os fatos investigados. Também não há informação sobre prazos para a conclusão das apurações.
O CNJ comunicou que divulgará mais detalhes após deliberação formal nos autos.
Nota da defesa do ministro Marco Buzzi

“O vazamento antecipado de informações não checadas, alheias aos canais institucionais e antes mesmo do acesso da defesa aos autos, revela um esforço deliberado de constranger o devido processo legal e influenciar indevidamente futuras decisões judiciais.
Até o presente momento, a defesa não teve acesso aos autos, muito embora já tenha apresentado pedido de habilitação desde a semana passada. Não há, portanto, qualquer base jurídica ou factual que permita manifestações responsáveis sobre fatos ainda indefinidos — muito menos julgamentos públicos antecipados.
É preciso lembrar que a oitiva realizada sem a presença da parte reclamada fere frontalmente o artigo 62 do Estatuto Interno do Conselho Nacional de Justiça, o que compromete a própria regularidade do procedimento.
O ministro Marco Buzzi não cometeu qualquer ato impróprio, como será possível demonstrar oportunamente no âmbito dos procedimentos já instaurados.”
Leia também: “Um retrato de cabeça para baixo”, reportagem publicada na Edição 308 da Revista Oeste
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].
No início dos anos 80 eu na universidade já tinha conhecimento de alunas que se envolviam com professores ou professores que assediavam alunas para garantirem boas notas.
Muito ainda vai surgir a respeito desse cafajeste.
Mas a pena para esse vadio é apenas aproveitar a aposentadoria compulsória.
Deveria ser demitido a bem do serviço público.
Mais um tarado, é tarado na justiça, ex ministros, políticos, pessoas públicas. Além de ex artistas da globo fumando maconha nas redes, outra a dizer que tem 17 consolos, João de Deus violentando mulheres, que putaria tupiniquim.🤪