O voto divergente de Luiz Fux, no julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a suposta trama golpista, foi visto com bons olhos por membros da Corte. Nesta quarta-feira, 10, ele votou para absolver o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Oeste, em caráter reservado, um ministro classificou o voto como “muito bom”.
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Outro magistrado adjetivou o entendimento como “técnico, justo e bem elaborado”. Um terceiro integrante do tribunal acrescentou que, apesar de ter discordado de trechos da deliberação de Fux, definiu-a como “robusta”.
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Fux divergiu do relator do caso na 1ª Turma do STF, Alexandre de Moraes, e de Flávio Dino. Os dois haviam votado para condenar Bolsonaro pelos cinco crimes denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR): formação de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio público.






O julgamento de Bolsonaro na 1ª Turma do STF além do voto de Fux
O julgamento da ação penal contra Bolsonaro teve início na semana passada. O caso foi retomado nesta terça-feira, 9, com os votos de Moraes e Dino, que foram favoráveis à condenação do ex-presidente e dos demais réus. Nesta quarta-feira, o processo foi dedicado exclusivamente à leitura do voto de Fux. Ainda faltam os votos de Cármen Lúcia e do presidente da 1ª Turma do STF, Cristiano Zanin.
Além de Bolsonaro, seis dos outros sete réus respondem pelos mesmos cinco crimes denunciados pela PGR:
- Almir Garnier, almirante e ex-comandante da Marinha;
- Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal;
- Augusto Heleno, general e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional;
- Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República (é o delator da história);
- Paulo Sérgio Nogueira, general ex-ministro da Defesa; e
- Walter Braga Netto, general, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice-presidente da República nas eleições de 2022 pelo Partido Liberal (PL).
Já o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) é julgado por três dos cinco crimes listados: organização criminosa armada, tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. O parlamentar foi o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência no governo Bolsonaro.
Leia também: “Teatro supremo”, reportagem de capa da Edição 286 da Revista Oeste
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Ministro não é magistrado.Fux preenche os dois
OS DITADORES JAZEM NUS ….. O Ministro FUX coloca a ditadura criminosa a nu mostrando seus crimes bem óbvios e mostra ao povo a grande vítima seu sagrado direito de rebelar-se o que devemos fazer pacificamente sem medo em todos instrumentos disponíveis para que seja as urnas que nos façam justiça e liberdade … ás armas cidadãos !!@
Rocambole Ira queimar no inferno em breve , Magnestick a caminho.
FUX honrou a toga e lavou a alma do Brasil que tem vergonha na cara.Entrará para a história. Juiz de carreira é outro nível.
Pós fogo no showzinho da mídia chapa branca, que pensa que o povo brasileiro é trouxa….
O parecer de Fux foi um respiro em meio a tanta tirania e escarnio.