O Comando Militar Sul dos EUA anunciou o ataque a mais três barcos em águas internacionais, no Pacífico Oriental, nesta terça-feira, 15. Ao todo, oito pessoas que estavam nas embarcações morreram.
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Segundo nota do Comando Sul, trata-se de embarcações usadas para o tráfico internacional de drogas. “Sob a direção do secretário da Guerra, Pete Hegseth, a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou ataques cinéticos letais contra três embarcações operadas por Organizações Terroristas Designadas em águas internacionais”, afirmou o órgão.
A nota segue: “Informações de inteligência confirmaram que as embarcações estavam transitando por rotas conhecidas de narcotráfico no Pacífico Oriental e estavam envolvidas em narcotráfico. Um total de oito narcoterroristas do sexo masculino foram mortos durante essas ações — três na primeira embarcação, dois na segunda e três na terceira.”
Ações dos EUA contra barcos usados no tráfico no Pacífico
Ao longo dos últimos meses, militares dos EUA intensificaram operações de combate ao narcotráfico na costa da Venezuela. Desde então, foram registrados 22 ataques a embarcações nas regiões do Caribe e do Pacífico, com mais de 80 mortes confirmadas. Washington deslocou aproximadamente 15 mil militares e mais de 12 navios de guerra para atuar na área.
+ Ditadura de Maduro prende dirigente de partido de María Corina
Os EUA acusam o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, de chefiar um cartel internacional de drogas, que levaria entorpecentes para a América do Norte além de financiar o regime que persegue opositores e reprime protestos com violência.
Em razão das incursões norte-americanas na região, o ditador comunistas acusou Donald Trump de planejar sua deposição, declarando que tanto a população como as Forças Armadas venezuelanas resistiriam a possíveis tentativas. Maduro ainda chamou os ataques de “execuções em série” e solicitou à ONU a abertura de uma investigação.
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O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, descreveu os recentes episódios como “uma guerra não declarada”, enquanto o Ministério das Relações Exteriores venezuelano criticou o que chamou de “ameaça militar” dos EUA.






































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