Uma venezuelana ferida em um protesto contra o regime de Caracas pediu punição máxima a Nicolás Maduro. O apelo ocorreu em frente ao tribunal federal de Nova York, nesta segunda-feira, 5. No local, o ditador deposto prestou depoimento e negou acusações de narcoterrorismo.
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A manifestante integrou um grupo que se concentrou diante do prédio enquanto o processo avançava. Ela exibiu cartazes favoráveis a Donald Trump e exigiu uma condenação longa. O ato reuniu dezenas de pessoas, com posições políticas distintas.
Ao jornal The New York Post, a mulher afirmou ter sido gravemente queimada em 2021, durante uma manifestação antigovernamental em Caracas. Segundo o relato, agentes ligados ao regime lançaram água fervente contra ela. O ataque deixou sequelas permanentes e motivou a saída do país.
Protesto contra Maduro e pedido por Justiça
Por segurança, a venezuelana disse usar apenas o nome Carmen. Ela mantém familiares na Venezuela e teme retaliações. Carmen informou que se mudou para os Estados Unidos pouco tempo depois do episódio e hoje trabalha em um centro comunitário em New Rochelle.
Durante o protesto, a manifestante mostrou imagens das lesões causadas pelo ataque. Ela atribuiu a violência à repressão contra a liberdade de expressão. Para Carmen, a sentença precisa refletir o impacto dos abusos do regime sobre a população.
No mesmo dia, um pequeno grupo de esquerda criticou a prisão de Maduro, determinada por Donald Trump. Carmen contestou o ato e afirmou que os manifestantes ignoram a realidade do país. Segundo ela, a escassez e o colapso dos serviços públicos fazem parte do cotidiano venezuelano.
Maduro foi detido no último sábado, 3, por forças militares norte-americanas. O caso segue sob análise da Justiça dos Estados Unidos.
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E ainda há os imbecis da extrema -esquerda no Brasil que apoiam o Narcoditador cujo regime bolivariano expulsou 9 milhões e venezuelanos sendo que 1.400.000 entraram no Brasil pela fronteira de Rondônia.