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Variante Ômicron: hospitalizações caem na África do Sul

Há três semanas, as internações pela covid-19 estão caindo nos hospitais do país

A ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está abaixo de 50% da capacidade em 66% dos hospitais | Foto: Ascom/HCPA

As hospitalizações relacionadas à covid-19 estão diminuindo na África do Sul. O país passou por uma explosão de casos depois de ter sido o primeiro a notificar uma contaminação pela variante Ômicron.

Na semana entre 26 de dezembro de 2021 e 1º de janeiro de 2022, o Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis sul-africano (NICD, na sigla em inglês) contabilizou 6.366 internações de pacientes com a doença. De acordo com os dados do órgão, entre 12 e 18 de dezembro, houve o maior número de hospitalizações depois da descoberta da variante Ômicron (9.295). A queda portanto é de 31,5%.

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O governo da África do Sul informou ao mundo sobre essa variação do coronavírus Sars-CoV-2 no fim do mês de novembro. Contudo, os sequenciamentos genéticos feitos posteriormente pelo NICD revelaram que o primeiro caso comprovado é de um exame coletado em 8 de novembro na província sul-africana de Gauteng.

Nessa região do país, a redução das hospitalizações é ainda maior. Em Gauteng, o pico de internações dentro da mesma semana ocorreu entre 5 e 11 de dezembro (3.345). Na semana passada, esse número caiu para 1.247. Assim, a diminuição ficou em 62%.

Na semana atual, que termina em 8 de janeiro, o NICD registrou até agora 791 internações relacionadas à covid-19 em todo o país. A média diária ficou em 263. Ou seja: Se esse índice for mantido, serão menos de 2 mil internações em sete dias.

Desse modo, a África do Sul pode estar em sua quarta semana seguida de queda nas internações pela doença depois da descoberta da variante Ômicron. A nova cepa do coronavírus tem causado sintomas mais leves e se mostrado menos letal que as demais.

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2 comentários
  1. Anderson Trevizani
    Anderson Trevizani

    Se ao invés de criar pânico, os governos e imprensa / terroristas acalmassem a população falando a verdade de que a variante Omicron é mais transmissível porém não é letal, e que a transmissão dela é um bem para a humanidade já que irá imunizar a população mundial de maneira natural estariam contribuindo para o fim da pandemia, mas como a idéia é governar através do medo jamais esperem a verdade desses órgãos.

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