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Vacina da Pfizer para adolescentes oferece proteção a longo prazo

A conclusão vem de um estudo de fase 3, desenvolvido pela empresa norte-americana

vacina da pfizer
Doses das vacinas da Pfizer/BioNtech | Foto: Myke Sena/ MS

A vacina da Pfizer para adolescentes de 12 a 15 anos oferece uma proteção robusta e de longa duração, segundo informou a farmacêutica nesta segunda-feira, 22.

Em um comunicado, a empresa disse que a combinação das duas doses da vacina foi 100% eficaz contra a covid-19 dentro do período avaliado, de sete dias a quatro meses depois da segunda dose.

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A conclusão vem de um estudo de fase 3, desenvolvido pela farmacêutica norte-americana. Os dados serão encaminhados para as agências regulatórias em todo o mundo.

Baseadas na pesquisa, a Pfizer e a BioNTech buscarão liberação para uma dose de 30 microgramas da vacina para pessoas com 12 anos ou mais.

Atualmente, a vacina é a única a ter a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada em pessoas com 12 anos ou mais no Brasil.

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Pfizer pede liberação para crianças de 5 a 11 anos

A Anvisa recebeu no dia 12 de novembro a solicitação da farmacêutica Pfizer para incluir a faixa etária de 5 a 11 anos na indicação da sua vacina contra a covid-19.

“A análise técnica será feita pela Anvisa de forma rigorosa e com toda a cautela necessária para a inclusão desse público específico. O prazo de avaliação da solicitação pela agência é de até 30 dias”, informou.

A vacina da Pfizer está registrada no Brasil desde 23 de fevereiro deste ano. O registro inicial contemplou pessoas com mais de 16 anos. No dia 11 de junho, a Anvisa autorizou a inclusão da faixa etária de 12 a 15 anos.

São Paulo reduz intervalo entre doses da Pfizer em adolescentes

Desde o último dia 12, a prefeitura de São Paulo reduziu para 21 dias o intervalo entre a primeira e a segunda doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer para adolescentes. O objetivo da mudança é acelerar a campanha de vacinação contra a covid-19.

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4 comentários
  1. Daniel BG
    Daniel BG

    Se parássemos para pensar e sentir a velocidade crescente nas descobertas em todos os campos, com atenção especial aqui para a medicina e as imunizações, poderíamos também pensar melhor sobre nossa rejeição. Nossa rejeição está ligada à velocidade com que a medicina consegue responder àquilo que seria o extermínio da população. O caminho e desprender-se e aceitarmos que não mais vivemos como foi nós anos 70, 80, 90..

    1. Gustavo Silveira de Almeida
      Gustavo Silveira de Almeida

      Poderíamos começar pensando melhor com um simples exercício de interpretação. Já no subtítulo da reportagem podemos ver esvair-se no ar toda a narrativa e assim a reportagem cai em descrédito antes mesmo de conseguirmos lê-la. Qual a probabilidade de a Pfizer assumir que suas próprias vacinas não são eficazes em jovem abaixo de 18 anos? Ou em qualquer outro grupo? Eu diria que zero! Se necessita de mais e mais doses não era hora de cobrar eficiência da empresa? Responsabilidade por seus produtos?

  2. Edu B.
    Edu B.

    “Corporação faz os testes do próprio medicamento experimental e garante que funciona, mas não se responsabiliza por nada.”

  3. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Como a ANVISA entende a PFIZER por não se responsabilizar por eventos adversos. Isso esta escrito na bula?. Ora, se não se responsabilizou por eventos adversos, obrigando nosso pais a criar Lei para assumir essa responsabilidade, como fica agora com a aplicação em crianças e jovens que sequer foram testadas? É muita responsabilidade a ANVISA assumir essa encrenca.

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