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Ucrânia está cada vez mais perto de se tornar parte da UE

Fala é da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, durante pronunciamento no Parlamento Europeu - 01/03/2022 | Foto: Reprodução/Twitter

A presidente da Comissão Europeia (UE), Ursula von der Leyen, disse nesta terça-feira, 1°, que a Ucrânia está cada vez mais perto de se tornar parte da UE. O país pediu que o bloco acelere os trâmites para a sua adesão quanto antes. Os ataques da Rússia à Ucrânia chegaram ao sexto dia.

“Ainda há uma longa estrada e devemos conversar sobre os próximos passos”, observou Ursula, durante pronunciamento no Parlamento Europeu. “Mas garanto: nenhum de nossos membros vai rejeitar que pessoas tão bravas e resistentes sejam parte da nossa comunidade. Glória à Ucrânia.”

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Mais cedo, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, defendera a entrada da Ucrânia na UE durante a abertura da sessão. “Como afirma claramente a nossa resolução, acolhemos favoravelmente o pedido para o status de candidato e trabalharemos para atingir tal objetivo”, declarou.

Envio de armas para a Ucrânia

Durante o pronunciamento, Ursula lembrou que a UE vai usar aproximadamente € 500 milhões para enviar armas à Ucrânia, além de ajuda humanitária. “Não podemos tomar nossa segurança como garantida”, disse a presidente da Comissão Europeia. “Temos que nos levantar e lutar por ela.”

Leia também: “A Ucrânia balança o mundo”, reportagem publicada na Edição 101 da Revista Oeste

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9 comentários
  1. Angela
    Angela

    Por Alastair Crooke: Ex-diplomata britânico, fundador e diretor do Fórum de Conflitos em Beirute.

    A ‘destruição construtiva’ do modelo de relações da Rússia com o Ocidente

    Putin é caracterizado como o novo Hitler e suas ações são descritas como “ilegais”. Diz-se que foi ele quem rasgou os acordos de Minsk II (embora as repúblicas tenham declarado independência em 2014 e assinado Minsk em 2015, e a Rússia nunca assinou o acordo – e, portanto, não pode violá-lo). De fato, são os EUA que vetam o processo de Minsk desde 2014, e a divulgação da correspondência diplomática pela Rússia em novembro de 2021 deixou claro que a França e a Alemanha também tinham pouca intenção de pressionar Kiev para implementá-lo de maneira significativa. Assim, depois de concluir que um acordo negociado – como previsto nos acordos de Minsk – simplesmente não se materializaria, Putin decidiu que não havia sentido em esperar mais antes de impor a linha vermelha da Rússia.

    Em seu discurso nacional, Putin falou com uma amargura que se reflete em muitos russos. Em sua opinião, os desenvolvimentos políticos na Ucrânia após 2014 foram projetados para criar um regime anti-russo em Kiev, promovido pelo Ocidente e abrigando intenções hostis em relação à Rússia. Putin ilustrou esse ponto afirmando: “O sistema de controle de tropas ucraniano já foi integrado à OTAN. Isso significa que o quartel-general da OTAN pode emitir ordens diretas às forças armadas ucranianas, até mesmo para suas unidades e unidades individuais.” Putin também destacou que a constituição russa define as fronteiras das regiões de Donetsk e Lugansk como eram “na época em que faziam parte da Ucrânia”. Esta é uma formulação cautelosa – as fronteiras das duas repúblicas foram significativamente alteradas após o golpe de Maidan. (Trata-se da reivindicação histórica de Donetsk à cidade costeira de Mariupol).

    https://www.strategic-culture.org/news/2022/02/27/constructive-destruction-of-russia-model-of-relations-with-west/

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    “Mas garanto: nenhum de nossos membros vai rejeitar que pessoas tão bravas e resistentes sejam parte da nossa comunidade. Glória à Ucrânia.”
    – Enquanto essa boca aberta fica a falar essas platitudes, os ucranianos estão levando uma sova do cacete e pedindo ajuda e ainda diz que levará alguns meses para essa resolução ser aprovada etc…etc…etc… (Ursula Van Der LIER)

  3. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Me preocupou quando Putin disse que a União Europeia estava sendo dirigida por um bando de homossexuais drogados.

  4. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    Estratégia para irritar o Putin. Está valendo. Quando tudo isso terminar, ficarão os muitos problemas. Inflação para o mundo, aumento mais ainda dos combustíveis, falta de alguns produtos… Para a União Europeia, o problema do gás( se Putin quiser fecha as torneiras), máfia ucraniana e tráfico de pessoas com mais facilidade… Se os europeus ainda não haviam aceitado, deve ser pela situação financeira da Ucrânia. A ver.

  5. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Ursula Van Der Hitler. Kkkkk. Quem diria. As feministas tomaram o poder. Lésbicas e gays tomarão a humanidade. É o ciclo da vida.

  6. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Não existem narrativas para justificar esta INVASÃO RUSSA. Invasão é invasão, seja de propriedades, igrejas e(ou) Países. Temos um grupeto aqui no Brasil que adora esta prática. Grupeto este que se utiliza de bandeiras vermelhas nas suas agressoes

  7. Expedito Aguiar Lopes
    Expedito Aguiar Lopes

    Hoje, os lideres e as líderes do Ocidente, principalmente da União Europeia, só têm bazofia. Ninguém irá reverter o que Putin fez ,e o que vier a fazer com a Ucrânia nos próximos dias.

  8. Carlos Alberto Gomes De Freitas Junior
    Carlos Alberto Gomes De Freitas Junior

    E ai um presidente comediante acredita e os ucranianos são massacrados. Acreditar em burocratas só podia dar nisso mesmo

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