A Ucrânia vai aumentar o contingente das Forças Armadas em 100 mil soldados ao longo dos próximos três anos. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 1º, pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy.
A Ucrânia vai receber os líderes da Holanda, Grã-Bretanha e Polônia — membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) —, como parte dos esforços para aliviar a tensão com a Rússia e reforçar o apoio internacional a Kiev. Zelenskiy também pediu aos legisladores do país que mantenham a calma e evitem o pânico.
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A Rússia reuniu mais de 100 mil soldados perto das fronteiras da Ucrânia, enquanto nega planos de invasão — uma ação que os Estados Unidos e seus aliados garantiram que desencadearia sanções rígidas ao Kremlin.
Na semana passada, os EUA e a Otan rejeitaram formalmente as exigências russas de impedir a Ucrânia de se juntar à aliança e retirar as forças de segurança da Europa Oriental.
EUA e Rússia terão conversa crucial
O chanceler norte-americano, Antony Blinken, conversará hoje, por telefone, com o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, para decidir os próximos passos na crise ucraniana.
Depois de trocas de mensagens por escrito entre os dois, chegou o momento de retomar a discussão verbal.
Na semana passada, o governo dos EUA recebeu uma resposta por escrito da Rússia sobre a crise na Ucrânia. No entanto, o conteúdo não foi revelado, informou a agência de notícias France Press.
A conversa entre os representantes dos dois países ocorrerá depois do intenso debate no Conselho de Segurança da ONU, realizado na segunda-feira 31, que abordou a concentração de militares russos na fronteira com a Ucrânia.
Leia também: “Rússia x Ucrânia — De que lado você está?”, reportagem de Dagomir Marquezi publicada na edição 97 da Revista Oeste






































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