Depois de novos ataques israelenses na Faixa de Gaza, neste domingo, 19, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que o cessar-fogo com o grupo terrorista Hamas segue válido. Mesmo diante dos bombardeios das Forças de Defesa de Israel contra alvos do grupo palestino, a trégua permanece vigente.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
A suspensão das hostilidades entrou em vigor em 10 de outubro, e a troca de reféns foi finalizada na segunda-feira 13. Trump declarou que os principais líderes do Hamas não estariam envolvidos em possíveis violações do acordo. Segundo ele, a atribuição dos incidentes é de “alguns rebeldes, entre eles”.
“A situação será tratada com firmeza, mas de forma adequada”, disse Trump.
Antes, o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, procurou relativizar a retomada dos confrontos, ao sugerir que “altos e baixos” podem ocorrer durante a trégua. “Se o Hamas atirar contra Israel, eles terão que responder”, explicou Vance, que ainda afirmou que o governo dos EUA segue atento ao contexto para buscar uma “paz sustentável”.
Israel retoma cessar-fogo em Gaza

As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram, na noite deste domingo, 19, a retomada do cessar-fogo na Faixa de Gaza, horas depois de um ataque que matou dois soldados israelenses no sul do território e provocou uma série de bombardeios contra o Hamas. O grupo terrorista foi o autor do ataque em Rafah, no sul de Gaza, que também feriu três militares.
“De acordo com a diretriz do escalão político, e depois de uma série de ataques significativos em resposta às violações do Hamas, as FDI iniciaram a aplicação renovada do cessar-fogo, em conformidade com os termos do acordo”, informou o Exército na rede social X. “As FDI continuarão a defender o acordo de cessar-fogo e responderão firmemente a qualquer violação dele.”
Os bombardeios israelenses atingiram 20 alvos do Hamas em Gaza. Segundo a Defesa Civil controlada pelo grupo terrorista, 45 pessoas morreram.
Um oficial israelense declarou à emissora Channel 12 que “há uma simples equação de violação e resposta, e isso continuará enquanto o Hamas seguir rompendo o acordo”. O mesmo oficial disse que a área entre a chamada Linha Amarela e a fronteira egípcia é “um ponto crítico”, por causa da presença de túneis ainda ativos, os quais terroristas do Hamas usam.
Leia também: “O triunfo de Trump na diplomacia do Oriente Médio”, artigo de Ana Paula Henkel e Carlo Cauti publicado na Edição 292 da Revista Oeste






































🇳🇮🇺🇾🇺🇸🇺🇸🇮🇱🇺🇲🇬🇧🇦🇷🇦🇷🇺🇦🇺🇦🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Essa manchete está errada, não foi um ataque de Israel, mas sim um contra-ataque (ou represália ao ataque do Hamas). Parece pouco, mas os incautos são levados a crer que quem violou o cessar-fogo foi Israel.
Essa manchete está errada, não foi um “ataque” de Israel, mas sim um “contra-ataque” (ou “represália ao ataque do Hamas”). Parece pouco, mas os incautos são levados a crer que quem violou o cessar-fogo foi Israel.
Mossad deveria fazer uma visita ao Brasil 🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱