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Trump entra com ação contra Kamala Harris

Republicano contesta a transferência de US$ 91 milhões da campanha de Joe Biden para o fundo da democrata

Donald Trump na esquerda e Kamala Harris na direita, candidatos à Presidência dos Estados Unidos
Donald Trump e Kamala Harris | Foto: Reprodução/Montagem/Twitter/X/@VP/@altonivel

A campanha do candidato Donald Trump, do Partido Republicano, entrou com uma ação judicial nesta terça-feira, 23, contra a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris. O corpo jurídico do republicano alega ilegalidade na transferência dos US$ 91 milhões do fundo “Biden para presidente” para a nova candidata democrata. A Comissão Federal de Eleição recebeu a queixa.

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O atual presidente norte-americano, Joe Biden, desistiu de tentar a reeleição. Ele abandonou a condição de candidato no último domingo, 21. Aliada dele, Kamala assumiu a condição de ser a candidata ao Comando da Casa Branca pelo Partido Democrata.

“Isso é pouco mais do que uma contribuição excessiva de US$ 91,5 milhões feita por um candidato presidencial para outro”, afirmou David Warrington, advogado da campanha republicana. “Este esforço zomba das nossas leis de financiamento de campanhas.”

Ainda não se sabe se a comissão tomará alguma providência. Desde que Kamala anunciou a sua candidatura no lugar de Biden, a equipe de Donald Trump tenta retardar qualquer tipo de avanço da democrata.

“Os candidatos federais são proibidos de manter contribuições para eleições nas quais não participam”, alegou a defesa de Trump. “A campanha de Biden não demonstrou intenção de reembolsar adequadamente ou redesignar os fundos da eleição geral que já recebeu. Isso torna todas as contribuições excedentes.”

Kamala Harris responde Donald Trump

A campanha de Kamala Harris posicionou-se diante das acusações de Donald Trump. A comissão da candidata democrata afirmou que arrecadou US$ 100 milhões depois de Joe Biden se retirar da corrida presidencial.

“Alegações legais infundadas — como as que têm feito por anos para tentar suprimir votos e roubar eleições — só servirão para distraí-los”, afirmou o corpo jurídico de Kamala.

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