Dia 23 de setembro de 2025 ficará para a história. Em seu discurso de abertura na reunião da Assembleia Geral da ONU, o presidente dos EUA, Donald Trump simplesmente se opôs de forma contundente à agenda do terrorismo climático ventilada pela organização. Os dois principais temas abordados envolveram a geração de energia atrelada ao engodo das “mudanças climáticas” e a imigração generalizada sem critérios que é praticada pelos países ocidentais.
Foi a primeira vez que um presidente de um país ocidental declarou de forma cristalina quanto as políticas energéticas são deliberadamente sabotadas por causa de compromissos climáticos, cujas premissas são falsas. O presidente Trump foi cirúrgico em se ater aos principais problemas que envolvem a questão e questionou como a falta de evidências científicas e de confirmações explícitas sobre tais afirmações ainda podem servir de base para políticas públicas, supostamente globais, mas que, no fim, passaram a ser impostas rigidamente a apenas a alguns países.
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Trump começou com a sua forma tradicional de apresentação mais descontraída, ao alegar que não tinha nenhum problema em proferir seu discurso sem o uso do teleprompter, mesmo porque não estava funcionando, mas que aquilo seria ótimo, pois poderia, desta forma, “falar de coração”, ressaltou. Embora amistoso, o discurso se intensificou conforme a severidade do tema.
Logo no início, Trump lembrou a herança calamitosa econômica em que recebeu o país devido à má gestão do governo anterior, “nunca antes vista”. Na sequência, recordou que, nestes oito meses iniciais de mandato, os custos de energia e combustíveis baixaram, juntamente dos preços dos alimentos e das taxas de juros das hipotecas dos cidadãos. No mesmo período, a Bolsa de Valores, em um curto período de tempo, quebrou 48 vezes marcas recordes de alta. Ainda na introdução, Trump destacou a redução da inflação e o corte de impostos, mas principalmente o maior corte de regulamentações já realizado nos EUA, sinalizando que o discurso abarcaria o tema do frenesi ambiental.
As críticas de Trump à ONU
Contudo, antes disso, não perdeu tempo em alfinetar a ONU e a sua inércia em resolver os verdadeiros problemas da humanidade, como as guerras, um dos seus atributos pétreos de fundação. Portanto, questionou o propósito existencial da própria organização. Também ressaltou os estouros fantásticos dos orçamentos das reformas estruturais da sede da ONU, em Nova York, EUA, os quais estiveram mergulhados em clara corrupção generalizada. Este último tema lhe serviu de base para mostrar que, se não arrumam decentemente a sua “própria casa”, o que se dirá quando escalarmos as coisas para o mundo inteiro?
Nesse ponto, exemplificou as armas nucleares em fabricação no Irã, a guerra em Gaza e na Ucrânia e a fabricação de agentes patógenos, como foi o caso do que chamou de “experimentos injustificáveis no exterior que nos deram uma pandemia global devastadora”, lembrando a origem chinesa da covid e quanto esses países continuam suas “pesquisas” em desenvolvimento de armas biológicas. Boa parte deste segmento do discurso abordou a destruição das nações que não limitaram a entrada de imigrantes, deixando de controlarem as suas fronteiras, como o próprio EUA e a Europa. Ademais, relatou a parte mais sombria que envolve o tráfico humano, notoriamente o das crianças, ao fazer alusão direta à agenda globalista nefasta pela primeira vez em sua fala.
O engodo da energia eólica
Logo após citar o combate ao narcotráfico, Trump vai em cheio à questão energética e sua ligação com a causa climática, tema que pesou bastante em seu discurso. Começou dizendo que “estamos nos livrando das falsamente chamadas energias renováveis”, jocosamente dizendo que elas são uma piada! Citou que esse é o tipo de geração que não oferece potência e tem um custo elevado. É o levar menos por mais! Desta forma, é impossível que um país prospere, porque não tem energia de potência para sustentar parques industriais eletrointensivos ou dar conforto para a sua população.
Trump listou todos os detalhes que envolvem essa onerosa operação para seguir a agenda climática de uma transição energética que não existe: “Aqueles grandes moinhos de vento são tão patéticos e tão ruins, tão caros para operar, e eles têm de ser reconstruídos o tempo todo, pois começam a enferrujar e apodrecer”. Ainda ressaltou as perdas financeiras e o sustento governamental para manter o embuste funcionando, coisa que temos no Brasil, disfarçado de “encargos” nas contas de energia. “É a energia mais cara já concebida”, ressaltou, em forma clara de denúncia. “Na verdade, deveríamos ganhar dinheiro com energia, não perder dinheiro. Se perdem dinheiro, os governos têm de subsidiar. Você não pode colocá-los em operação sem maciços subsídios.”
Europa em frangalhos
Incrivelmente, Trump expôs todo o engodo chinês e seu “Cavalo de Tróia” energético, pois a China produz e exporta torres e equipamentos para energia eólica, quando não detém diretamente o controle acionário e operacional de empresas no Ocidente, como é o caso de Portugal. Contudo, ela mesma praticamente não utiliza essa forma de geração, mantendo-se firme em carvão, gás e petróleo, o que garante energia segura e estável para seus parques industriais. É a venda de “drogas” em outra escala.
Ele alertou para a rota de destruição que a Europa adotou para si mesma na questão energética, ressaltando o caso alemão como o pior dessa política verde desvairada, adotada por mais de 20 anos, e como isto praticamente destruiu a sua economia. Agora, destacou Trump, “com a nova liderança, eles voltaram para onde estavam com os combustíveis ‘fósseis’ e com a energia nuclear”, enquanto finalizava que tornar tudo “verde” significa um desastre, com falência garantida. Ele mesmo disse que já sabia que seria muito criticado por não ser adepto do “politicamente correto”, mas isto não o impediria de dizer a verdade.
Ainda nesse quesito, Trump relembrou que diversos países desistiram de seu tesouro energético, como foi o caso das bacias petrolíferas no Mar do Norte, citando a cidade portuária de Aberdeen, no nordeste da Escócia, como a capital do petróleo europeu. Foram criados impostos climáticos tão altos que eles simplesmente inviabilizaram sua exploração econômica. Enquanto isto, Escócia e Inglaterra “arruínam aquela bela paisagem com moinhos de vento e painéis solares, roubando terras agrícolas”. Ele disse que não permitirá que isto ocorra na América.
A farsa das mudanças climáticas
Em seguida, Trump fez um retrospecto sobre as previsões catastrofistas do movimento climático. Ele lembrou que, ao longo de décadas, cientistas alinhados a interesses políticos e econômicos anunciaram tragédias que nunca aconteceram. Um exemplo foi a Rio-92, conferência ambiental realizada no Rio de Janeiro em 1992 e patrocinada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Na ocasião, o então diretor do órgão, o magnata do petróleo canadense Maurice F. Strong (1929-2015), afirmou que a mudança climática provocaria uma catástrofe global até o ano 2000. Trinta e três anos depois, nada do que ele previu se confirmou — o clima segue com variações normais e eventos meteorológicos típicos.
Além de explanar o sobe e desce de temperaturas durante o século 20 e como em cada ocasião, se subisse ou se descesse, em qualquer um dos casos, “mataria o mundo”, Trump foi categórico em dizer que a “mudança climática é a maior fraude já perpetrada no mundo”. Ainda deu o aviso: “Chega de aquecimento global, chega de resfriamento global. Todas essas previsões feitas pelas Nações Unidas e muitos outros, muitas vezes por motivos ruins, estavam erradas. Elas foram feitas por pessoas estúpidas, que, é claro, cuidaram da sorte de seus países e não deram a esses mesmos países nenhuma chance de sucesso. Se você não se livrar desse golpe verde, seu país vai fracassar!”. No discurso, Trump demonstrou quanto a narrativa climática comprometeu de forma avassaladora o futuro dos países.
Emissões de carbono
Quanto à “pegada de carbono”, declarou que “é uma mentira inventada por pessoas com más intenções e elas estão levando a um caminho de destruição total”. Trump não poupou nem o ex-presidente Obama, ao relembrar que o democrata fazia discursos sobre o tema, mas embarcava no Boeing 747, o Força Aérea Um, um velho avião com motores antigos, para apenas jogar uma partida de golfe no Havaí e voltar horas depois. “Esse é um golpe com custo e despesa extremos”, ressaltou.
Um dos pontos altos do discurso foi mostrar para a Europa a inutilidade do seu “sacrifício” em diminuir a emissão de carbono. Enquanto europeus reduziram sua “pegada de carbono” em 37% ao custo de milhares de empregos e redução econômica com fechamento de empresas, os valores globais subiram 54%, especialmente por causa da China e seus vizinhos que emitem muito mais CO2 do que todas as outras nações desenvolvidas do mundo, trazendo prosperidade somente para eles. Além de ressaltar novamente o quanto isto é uma besteira, mostrou o resultado concreto desta estupidez na vida dos cidadãos.
O “basta” dos EUA
Trump alertou sobre os ambientalistas radicais nos EUA que querem fechar todas as fábricas e eliminar as vacas: “Acho que eles querem matar todo o gado. Eles querem fazer coisas que são simplesmente inacreditáveis”. Ainda ressaltou que, enquanto regras insanas são aplicadas aos países desenvolvidos, outros países que são “poluidores”, quebram essas regras e ganham fortunas. Aqui vale destacar que, na verdade, temos o Ocidente como um todo sendo destruído por tais embustes. Lembremos que o Brasil é um país subdesenvolvido e se destrói praticando as mesmas regras insanas de autossabotagem.
Quanto às mortes oriundas por altas temperaturas de verão, Trump ressaltou que, nos EUA, o número é bem menor, enquanto que o Europeu tornou-se enorme justamente por causa das contas de energia altíssimas. As pessoas não podem ligar seus condicionadores de ar por causa do preço da energia e se limitam a usar os equipamentos, quando não são proibidos, como é o caso francês. Certamente, se Trump tivesse apresentado os números de mortes causadas pelo frio, o discurso ficaria ainda mais impactante, dada a desproporção: quase nove óbitos por frio para cada um relacionado a temperaturas elevadas. O preço para aquecimento é descomunal! Aqui, ele também citou textualmente que “as nações devem rejeitar essa ideia globalista que lhes causa dor e sofrimentos”.
Trump ainda ressaltou o patético e embusteiro Acordo de Paris, em que os EUA deveriam pagar cerca de US$ 1 trilhão, enquanto China só deveria cumpri-lo a partir de 2030 e a Rússia ficou com padrões antigos, referentes às emissões de CO2 de 1990. “Isso é outro golpe”, ressaltou.
A lição de Trump
Os EUA foram “saqueados” por anos, com empresas quebradas e empregos perdidos por causa do embuste climático, enquanto outros países prosperaram. Agora, não mais. Trump mostrou que as tarifas internacionais foram a melhor forma de receber esse dinheiro de volta, enquanto arruma um país que foi arrasado por políticas públicas suicidas. Será que o Brasil acordará a tempo? Com governos cada vez mais despreparados, seguidores de agendas globais, precisaremos ter muita fé! Aliás, até nisso, Trump deixou o recado: “Vamos defender a liberdade de expressão. Vamos proteger a liberdade religiosa, inclusive a da religião mais perseguida no mundo atualmente, o cristianismo”.
Trump, em um discurso sóbrio e tranquilo, apresentou o que todos os cientistas céticos e os especialistas que analisam dados do mundo natural e econômico global falam há anos. Não houve desvios nem medição das palavras, mas apenas a explanação da pura verdade. Em outras palavras, mostrou-se a realidade cruel do mundo após 30 anos de aplicação de políticas utópicas baseadas em fantasia.





































Congratulations Mr Trump