Um terremoto de magnitude 6,9 impactou a região central das Filipinas na terça-feira 30, resultando em pelo menos 69 mortes e provocando temor entre a população local. O abalo teve epicentro situado a cerca de 19 quilômetros ao nordeste de Bogo, sendo causado por uma movimentação em uma falha geológica sob o mar, a apenas 5 quilômetros de profundidade.
Diante do desastre, as autoridades filipinas avaliam a possibilidade de solicitar auxílio internacional, enquanto concentram esforços nas operações de resgate e avaliação dos danos ocorridos na área atingida.
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O Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia chegou a emitir um alerta de tsunami, recomendando que os moradores evitassem as áreas litorâneas de Cebu, Leyte e Biliran, devido ao risco de ondas de até 1 metro.
O alerta de tsunami foi retirado depois de três horas, já que nenhuma onda foi registrada no litoral. Apesar do encerramento do risco, milhares de pessoas preferiram não retornar para suas casas, permanecendo em áreas abertas como gramados e parques, mesmo sob chuva, durante toda a noite.
Desastres naturais agravam situação das Filipinas

De acordo com informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). O abalo teve seu epicentro localizado no oceano, a cerca de 11 quilômetros da cidade de Calape, situada na Província de Bohol, que abriga cerca de 33 mil habitantes.
O impacto foi sentido principalmente nas Ilhas Visayan, incluindo Cebu, Biliran e Leyte, onde mais de 500 mil pessoas perceberam os tremores. Segundo o USGS, terremotos dessa magnitude podem provocar prejuízos severos em prédios mal construídos e causar danos leves ou moderados em edificações bem projetadas.
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O país ainda enfrenta as consequências de desastres naturais recentes. Na semana anterior, o tufão Bualoi atingiu as Filipinas e também o Vietnã, resultando em pelo menos 35 mortes, conforme informado pelas autoridades nesta segunda-feira, 29. Por conta da tempestade, aproximadamente 400 mil moradores foram forçados a deixar suas residências.
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