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Terence Stamp, ator de Superman, morre aos 87 anos

'Ele deixa uma obra extraordinária, tanto como ator quanto como escritor', informou a família em um comunicado divulgado à imprensa

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Terence Stamp chega para a estréia no Reino Unido de 'Song for Marion' no Odeon West End, Leicester Square, Londres - 19/10/2012 | Foto: Paul Hackett/Reuters

O ator Terence Stamp, que interpretou o vilão General Zod em Superman, morreu aos 87 anos, neste domingo, 17.

Indicado ao Oscar e premiado em Cannes e no Globo de Ouro, Stamp estrelou filmes que vão de Teorema (1968), de Pier Paolo Pasolini, e Uma Estação no Inferno (1971), até Priscilla, a Rainha do Deserto (1994), no qual interpretou uma mulher trans.

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“Ele deixa uma obra extraordinária, tanto como ator quanto como escritor, que continuará a emocionar e inspirar pessoas por muitos anos”, informou a família, em nota. “Pedimos privacidade neste momento de tristeza.”

Nascido no East End de Londres em 1938, filho de um operador de rebocador, Stamp sobreviveu aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial antes de deixar a escola para trabalhar, inicialmente, em publicidade, até conquistar uma bolsa para estudar teatro.

Terence Stamp e a literatura

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Nascido no East End de Londres em 1938, filho de um operador de rebocador, Stamp sobreviveu aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial antes de deixar a escola para trabalhar inicialmente em publicidade, até conquistar uma bolsa para estudar teatro | Foto: Divulgação

Na virada do milênio, integrou elencos de destaque em Hollywood, como A Mansão Mal-Assombrada (2003), ao lado de Eddie Murphy.

Além disso, emprestou sua voz ao Superman, em Smallville.

Mais recentemente, atuou em Noite Passada em Soho (2021), de Edgar Wright, reforçando sua presença contínua no cinema contemporâneo e mantendo sua aura de mistério e intensidade.

Stamp também se dedicou à escrita, publicando memórias e livros sobre sua vida e filosofia pessoal, o que consolidou sua imagem de artista multifacetado.

Leia também: “Como as democracias morrem?”, artigo publicado na Edição 283 da Revista Oeste

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